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EM DUAS FRENTES. Dr Basegio enfrenta processo ético na Assembleia e acusações do Ministério Público

Dr Baségio: de um lado, seus pares no parlamento. De outro, o Ministério Público. Situação difícil
Dr Baségio: de um lado, seus pares no parlamento. De outro, o Ministério Público. Situação difícil

São duas as frentes, nenhuma delas exatamente agradáveis, que precisa enfrentar o deputado estadual Diógenes Basegio, do PDT. Uma é na Assembleia Legislativa, onde uma comissão de ética pode aprovar relatório que recomenda a sua cassação. Outra é no Judiciário – que recebeu nesta segunda-feira denúncia do Ministério Público em que o parlamentar…

Bem, para saber das duas situações, nenhuma delas agradável para o Dr Basegio, como é conhecido pelo seu eleitorado, vale conferir o material publicado pela versão online do jornal A Razão, com informações do Correio do Povo e foto de Wagner Figueiredo, da Agência de Notícias da Assembleia. A seguir:

Basegio é acusado de quatro crimes pelo MP-RS

…O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS), por meio do Procurador-geral de Justiça, Marcelo Dornelles, denunciou nesta segunda-feira (17) o deputado estadual Diógenes Basegio (PDT) por organização criminosa, peculato, concussão e lavagem de dinheiro. Segundo a acusação, o parlamentar exigia parte dos salários de seus servidores. Ele também teria feito desvio de verbas públicas relativas a diárias fictícias e teria “funcionários-fantasmas”, dos quais recebia quase a totalidade dos vencimentos. Basegio ainda teria feito lavagem de dinheiro e participado de organização criminosa.

Conforme a denúncia assinada pelo Procurador-Geral de Justiça, Marcelo Dornelles, Diógenes Basegio, Neuromar Luiz Gatto, Álvaro Luís Ambrós e Stela Maris Severgnini de Queiroz devem responder pelos crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e concussão. Por fim, Janaína Ribeiro Silveira e Hedi Nelci Klein Vieira, por peculato.

Cassação

A Subcomissão de Ética da Assembleia Legislativa (AL) apresentou parecer favorável a cassação de mandato do deputado. O relatório afirma que Basegio se omitiu diante de suspeitas contra o ex-chefe de gabinete. Contudo, antes da subcomissão votar sobre a cassação, os advogados de defesa do parlamentar pediram adiamento da votação e solicitaram prazo para a entrega de nova defesa por escrito.

Com o apoio do presidente da Comissão de Ética, deputado Juliano Roso (PCdoB), houve a votação do pedido de mais tempo para defesa. Por maioria, advogados de Basegio receberam mais cinco sessões legislativas para entregar a defesa por escrito: a terceira concedida aos defensores.

A próxima reunião da subcomissão está agendada para 31 de agosto, às 17h. Data em que deverá ser votada a cassação de Basegio.”

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