Economia

ENERGIA. Já adiantou o seu relógio em uma hora?

POR MAIQUEL ROSAURO

Dia mais longo reduz a demanda no horário de pico noturno do sistema de energia. Foto Beto Rodrigues / Governo do Estado
Dia mais longo reduz a demanda no horário de pico noturno do sistema de energia. Foto Beto Rodrigues / Governo do Estado

Já estamos no horário de verão! Os brasileiros que residem nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, de São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal precisam adiantar o relógio em uma hora. A mudança vai até a meia-noite do dia 21 de fevereiro de 2016.

Amado por uns e odiado por outros, o horário de verão caracteriza-se por aproveitar o aumento da luz natural ao longo do dia para reduzir o gasto de energia. Este ano, a economia projetada é de R$ 7 bilhões em investimentos no setor elétrico. O governo tem a expectativa de que deixarão de ser consumidos 2.610 megawatts.

“É um investimento economizado”, justificou o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barat em entrevista à Agência Brasil.

Segundo os técnicos do ministério, quando a demanda diminui, as empresas que operam o sistema conseguem prestar um serviço melhor ao consumidor, porque as linhas de transmissão ficam menos sobrecarregadas.

Para as hidrelétricas, a água conservada nos reservatórios pode ser importante no caso de uma estiagem futura. Para os consumidores em geral, o combustível ou o carvão mineral que não precisou ser usado nas termelétricas evita ajustes tarifários.

O horário brasileiro de verão é regulamentado pelo Decreto 8.112, de 30 de setembro de 2013, que revisou o Decreto nº 8.556, de 8 de setembro de 2008. Ele começa sempre no terceiro domingo do mês de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente, exceto quando coincide com o carnaval, caso em que é transferido para o domingo seguinte.

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