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DATA. Entidades sindicais do Estado preparam atos para o 1º de Maio. O mote será contra o impeachment

Há várias atividades programadas para os próximos dias e devem culminar no ato unitário domingo, no Parque da Redenção, na capital
Há várias atividades programadas para os próximos dias e devem culminar no ato unitário domingo, no Parque da Redenção, na capital

Por MARCO WEISSHEIMER (com foto de Reprodução), no jornal eletrônico SUL21

As centrais sindicais e os movimentos sociais articulados na Frente Brasil Popular e na Frente Povo Sem Medo realizarão um grande ato unificado no dia 1° de maio junto ao Monumento do Expedicionário, no Parque da Redenção, em Porto Alegre. A atividade, com início marcado para as 10h, além da presença de lideranças políticas, sindicais e dos movimentos sociais, contará com apresentações culturais e artísticas. Atos regionais também serão realizados em diversas cidades do interior gaúcho para marcar o 1° de maio.

A plenária nacional da Frente Brasil Popular, realizada semana passada em São Paulo, definiu que o 1º de maio será marcado pela denúncia do golpe em curso e das ameaças de retirada de direitos sociais e trabalhistas em um eventual governo Temer. Segundo o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, que participou da plenária em São Paulo, o tema do 1º de maio será unitário: “Trabalhadores pela democracia em defesa dos direitos sociais e trabalhistas”.

Os próximos dias serão marcados por várias atividades em Porto Alegre com o mesmo objetivo político… Na quinta (28), será a vez do Dia Nacional de paralisação e mobilização das Universidades em defesa da Democracia. Neste mesmo dia, às 18 horas, na Esquina Democrática, em Porto Alegre, será realizado o ato “Todos pela Democracia – Fora Temer e Cunha! Dilma fica!”, atividade organizada pelo Comitê Cultura pela Democracia. Também está sendo chamado o ato “Anistia não, Fora Cunha!”, para esse mesmo horário, também na Esquina Democrática.

Na sexta, estudantes da PUC-RS e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) realizarão reuniões. A Frente Universitária da PUC-RS em Defesa da Democracia se reunirá às 17 horas. No mesmo horário, a Frente Universitária em Defesa da Legalidade e da Democracia da UFRGS promove o encontro “Juventude contra o golpe: Fora Cunha e Temer”, na Faculdade de Direito da UFRGS. Ainda na sexta, às 17 horas, as Mulheres em Defesa da Democracia realizarão um ato público em Novo Hamburgo, na Praça do Imigrante. Por fim, às 18h30, ocorrerá a Plenária Estadual contra o Golpe, realizada pelo Comitê de Advogados e Advogadas pela Legalidade Democrática, no Sindicato dos Bancários, em Porto Alegre.

O sábado também já conta com uma série de atividades programadas em defesa da democracia e contra o golpe. Entre elas, o Sarau da Democracia, às 16 horas, na Casa do Artista Riograndense. Organizado pelo mandato da vereadora Sofia Cavedon, o sarau contará com a participação de Raul Ellwanger, Liane Schuler, Silfarnei Alves e Lélia Almedida. Também às 16 horas, está sendo convocada pelas redes sociais a “Marcha Anti Fascista: pela reparação histórica”, na Esquina Democrática, em Porto Alegre. O ato está sendo chamado pela Ação Popular e pela Liga Insurrecionista Brasileira. No domingo será a vez do grande ato unificado de 1º de maio, no Parque da Redenção…”

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Um Comentário

  1. Lembrando que a CUT já negociava com Dilma algumas alterações, tais como Contrato (ou Acordo) Coletivo Nacional e Protocolos de Livre Adesão. Embutida nas propostas, além da negociação fora da Justiça do Trabalho, existem medidas que reforçam o poder dos sindicatos. Coisas como exigir comprovação das empresas de que pelo menos 50% mais 1 dos trabalhadores são associados ao sindicato, de não terem histórico de práticas antissindicais (seja lá o que isto for), de não terem recorrido à Justiça em todas as negociações coletivas (o que é direito), entre outras.
    De qualquer maneira, se o ajuste não for feito aqui, será feito lá fora. Não caiu a ficha de que o trabalhador brasileiro compete com trabalhadores da China, da India, etc. Acham que podem fechar o país indefinidamente e criar uma reserva de mercado de trabalho. Não só não funciona como provoca atraso.

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