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DIREITO AUTORAL. Luciana Manica e o autoplágio, questão pouco falada, embora eticamente reprovável

“…Mas não só na nossa terrinha encontramos situações escancaradas como essas. A Ministra da Educação da Alemanha, Annette Schavan, renunciou ao cargo depois de ter perdido o título de doutora pela Universidade de Dusseldorf, por “sistematicamente e intencionalmente” copiar trechos da sua tese, agindo com “intenção de enganar”. Até a ministra da Educação marchou!! Claro que essa aí deveria saber muito bem o que é plágio.

Mas, no Brasil, quando se fala em “autoplágio”, a incidência do ato acaba ocorrendo mais na comunidade acadêmica, na produção de artigos científicos. Obviamente que o sistema da CAPES e CNPQ é falho, prima pela quantidade e não pela qualidade. Mas isso não justifica a falta de…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “Empreendedorismo e inovação, sqn!”, de Luciana Manica Gössling. Ela é advogada, Mestre em Direito e especialista em Propriedade Intelectual. O texto foi postado há instantes, na seção “Artigos”!

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3 Comentários

  1. O que é outro produto de exportação da aldeia. Existe gente formada aqui lecionando em outras universidades federais que fizeram a mesma coisa. Filho(a) de peixe, peixinho é.

  2. Bem isso!!! Em SM tem de monte desses professores que foram financiados e em nada contribuíram … Nem a tese apresentaram!!! A vantagem é que hoje tem software pra detectar.

  3. Outra ministra alemã, a da defesa, foi acusada, Ursula von der Leyen. Aparentemente se safou, mas um antecessor dela perdeu o cargo e o título, Karl-Theodor zu Guttenberg .
    O caso dos artigos científicos já foi pior, sujeito alterava o título (mudava o “enfoque”), alguns parágrafos e a conclusão. Milagre! Um trabalho virava três! Em todos os ramos da academia, da medicina à engenharia.
    Caso do Chalita não é único, só é mais famoso. Mas ocorrem coisas mais cabreras por aí. Fernando Haddad é bacharel em direito, mestre em ecomomia e doutor em filosofia. Aloízio Mercadante concluiu o mestrado em economia em 89. Começou o doutorado em 95 e abandonou no começo de 99. No final de 2009 retomou o curso e defendeu tese em dezembro de 2010. Dizem as más línguas que o trabalho é o programa do PT encadernado. Não li, mas dizem também que a banca aplaudiu o laureado de pé ao fim da apresentação, coisa inédita até na academia brasileira.
    Plágio também não é novo, Umberto Eco publicou “Como fazer uma tese” em 77, no livro menciona o assunto. Hoje em dia é mais fácil detectar, mas outra praga proliferou. Existe gente especializada em produzir trabalhos inéditos, cobram por página. Muitos trabalhos de conclusão de curso por aí são de autoria de terceiros.
    Voltando ao Chalita, o fato de ter sido examinado por banca ilustre e ter sido aprovado não diz muito. A produção científica é que conta, doutorado é formação de pesquisador, não título de nobreza. Existem muitos professores em instituições federais que foram para o exterior para estudar em universidades obscuras, receberam salário e bolsa (mais o custo de um professor substituto) passaram quatro anos fazendo turismo, apresentaram uma tese irrelevante e usam a grife do diploma para se promoverem (fulana(o) é Ph.D. por Hogwarts!). Produção no retorno? Praticamente zero, afinal “faltam incentivos”. Os doze contos de adjunto IV já estão para lá de bons.

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