NÃO CUSTA LEMBRAR. O medo que fez Cunha jogar com o impeachment. Só que, para ele, nada adiantou

Confira a seguir trecho da nota publicada na madrugada de 7 de dezembro de 2015, segunda:

FOI ISSO! Medo levou Eduardo Cunha a iniciar o processo de “impeachment” contra Dilma Rousseff

Por JOAQUIM FALCÃO, Diretor da FGV Direito/Rio (*)

Medo diante de três acontecimentos. Primeiro, a capacidade de a Lava Jato, com a Procuradoria Geral da República, continuar revelando fatos indignantes. Segundo, a inédita decisão do Supremo de prender um congressista. Terceiro, a decisão do PT de não o apoiar na Comissão de Ética.

Não se trata mais de saber se tem conta na Suíça ou não. Se se mentiu ou não aos colegas. Tudo fica pequeno quando a alma é pequena. A eventual conduta ilegal de Eduardo Cunha agora é outra. É maior. Fácil perceber.

As prerrogativas de decidir pauta, horário das sessões, prioridades de votação, encaminhamento ou não dos pedidos de impeachment, por exemplo, não são prerrogativas do “cidadão” Eduardo Cunha. Nem mesmo do “deputado“ Eduardo Cunha. São prerrogativas públicas do cargo de “presidente da Câmara”.

Como prerrogativas públicas, não podem ser apropriadas por interesses privados. É como se um policial usasse a viatura pública, que tem finalidade de garantir a segurança da…”

PARA LER A ÍNTEGRA, NO ORIGINAL, CLIQUE AQUI                       

PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, dois fatos objetivos se colocam: um é que Dilma foi mesmo derrubada. O outro é que Cunha, não obstante tudo, está na cadeia.



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