Claudemir PereiraJornalismo

SALA DE DEBATE. Criminalidade, trânsito, eleição na Câmara, debate sobre Orçamento… Isso e muito mais

O mediador Bisogno (E) e convidados: Antonio Candido Ribeiro, Juliano Piccoloto, Ricardo Blattes e este editor (foto Gabriel Cervi Prado)

Um programa em que as questões da cidade, definitivamente, predominaram, entre os convidados Antonio Candido Ribeiro, Juliano Piccoloto e Ricardo Blattes, além deste editor, todos sob a mediação de Roberto Bisogno. Assim, o último “Sala de Debate” do ano, entre meio dia e 1 e meia, na Rádio Antena 1, dedicou-se, basicamente a Santa Maria.

E quais os temas? Foi, convenhamos, um mix bastante variado, em que houve espaço para tratar de segurança pública, trânsito desorganizado, eleição da Mesa Diretora da Câmara e, ainda, as dificuldades orçamentárias santa-marienses. Algumas dessas questões (ou quase todas, talvez, senão todas) serão apresentadas segunda-feira, no programa que abre 2018 e que será com o prefeito Jorge Pozzobom.

PARA OUVIR O “SALA” DE HOJE, BLOCO POR BLOCO, CLIQUE NOS LINQUES ABAIXO!!!

 

Leia também

ATENÇÃO


1) Sua opinião é importante. Opine! Mas, atenção: respeite as opiniões dos outros, quaisquer que sejam.

2) Fique no tema proposto pelo post, e argumente em torno dele.

3) Ofensas são terminantemente proibidas. Inclusive em relação aos autores do texto comentado, o que inclui o editor.

4) Não se utilize de letras maiúsculas (CAIXA ALTA). No mundo virtual, isso é grito. E grito não é argumento. Nunca.

5) Não esqueça: você tem responsabilidade legal pelo que escrever. Mesmo anônimo (o que o editor aceita), seu IP é identificado. E, portanto, uma ordem JUDICIAL pode obrigar o editor a divulgá-lo. Assim, comentários considerados inadequados serão vetados.


OBSERVAÇÃO FINAL:


A CP & S Comunicações Ltda é a proprietária do site. É uma empresa privada. Não é, portanto, concessão pública e, assim, tem direito legal e absoluto para aceitar ou rejeitar comentários.

4 Comentários

  1. Final de ano é normal que o programa fique mais leve. Só que às vezes as referências a conversas (ou situações) extra-programa são tantas que não se sabe do que estão falando (ou rindo).
    Finalizando, orçamento irreal dificulta o controle.

  2. Plano de Mobilidade Urbana da aldeia correu sério risco. Já estava nos finalmente e Dilma, a humilde e capaz, anunciou um BRT para a cidade. Se tivesse acontecido o plano iria para a lata de lixo, teria que ser refeito.
    No frigir dos ovos a população não quer saber de planos (que é uma ferramenta de gestão) quer trânsito melhor. Se as alterações que estão sendo feitas derem bom resultado é o que conta, inclusive eleitoralmente.

  3. Engenharia de trânsito é uma profissão. Não é coisa para chutes de advogados, taxistas ou outros leigos.
    Planejamento era uma coisa muito em voga nos governos federais petistas. Burocracia na maior parte das vezes, nada sério. Criar dificuldades para vender facilidades. Muita gente deu com a cara na porta em BSB e só conseguiu liberar verbas depois de contratar “especialistas em captação de verbas públicas”, militantes diversos com microempresas. Sem licitação. O que gerou processos. Mas sem problema, a grana tomou Doril.

  4. Petistas são engraçados. Leram algo sobre um tal Goebbels e acham que tudo se resolve na base da propaganda. Repetindo a mesma asneira sempre para ver se “cola”. Há os que se irritem, mas não pela provocação. É muito chato ouvir repetidas vezes certas coisas.
    Editor tem medo de sair com suas duas camisas vermelhas. Problema são as estrelinhas amarelas no bolso. Alás, intempérie foi importante, mas já faz parte do passado né? Alás, todos tem duas orelhas e uma boca. Editor tem duas orelhas, uma boca e dois cotovelos. Sem mais.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo