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MÍDIA E… Denúncia do MPF sobre Nardes e a RBS na Zelotes já está pronta para o julgamento no Supremo

Do jornal eletrônico SUL21, com imagens de Reprodução

O inquérito da Operação Zelotes que envolve o Grupo RBS e o ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes, está pronto para ir a julgamento no Supremo Tribunal Federal. Relator do processo, o ministro Ricardo Lewandowski enviou na terça-feira (26) a conclusão para a presidência do tribunal. O inquérito corre em segredo de justiça.

No Twitter, o deputado federal Paulo Pimenta (PT) se manifestou (imagens acima) sobre o assunto. “No inquérito existem, contratos, cheques, extratos, planilhas, número de contas e valores pagos e recebidos pelos integrantes do esquema criminoso”, escreveu.

Deflagrada em março de 2015, a Zelotes investiga esquema de corrupção dentro do Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf), órgão do Ministério da Fazenda que julga recursos administrativos de multas aplicadas à empresas e pessoas físicas por sonegação fiscal e previdenciária. Pelo menos 7O empresas estão na lista de investigados da operação, incluindo RBS, Gerdau e Rede Globo.

Em agosto, o ex-auditor da Receita, Paulo Cortez, se tornou o primeiro investigado da operação a firmar acordo de delação premiada. Ele confirmou as denúncias contra o grupo gaúcho.

Conforme reportagem d’O Estado de S. Paulo, a RBS é suspeita de pagar R$ 15 milhões para a empresa de consultoria de um dos principais investigados na Zelotes, o advogado José Ricardo da Silva, para influenciar a tramitação de seu processo no Carf. Em 2001, quando foi autuada, a dívida da empresa com o fisco chegava a R$ 258 milhões.

O ministro Nardes teria participado das tratativas com conselheiros para abater a dívida da empresa. De acordo com as denúncias, o esquema funcionava através de negociantes que tinham influência sobre os conselheiros do Carf. Esses vendiam pareceres que ajudavam a anistiar ou diminuir as dívidas com a Receita. As empresas pagavam valores menores do que a dívida e os operadores dividiam o lucro da propina.

Agora, cabe à presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, marcar o julgamento.

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