OBSERVATÓRIO. 60 mil votos para deputado federal? Hoje não fazem nem cócegas. Ah, e tem os forasteiros
Não custa lembrar
Em 15 de dezembro de 2001:
“…* Uma pergunta que não quer calar: quem será candidato a deputado federal pelo PDT de Santa Maria? Cheiro de pirataria no ar.
* Outra pergunta que não cala: quem será o candidato a deputado federal pelo PPB/SM? Cheiro de pirataria ainda mais forte no ar.
* Cálculo de um candidato a uma vaga em Brasília: com menos de 60 mil votos não se passa do Mampituba.
* O mesmo candidato, a respeito da necessidade eleitoral de um pretendente à Assembléia Legislativa: conforme a sigla, sem 30 mil cidadãos dispostos a encarar a saída de casa em direção à urna, para votar nele, também pode esquecer…”
Hoje:
Faz exatos 11 anos, e três eleições gerais, da publicação das notas na “Luneta”. De lá para cá, muita coisa aconteceu. Exemplo: 60 mil votos são pra lá de insuficientes para obter vaga na Câmara. 30 mil para a Assembleia, talvez. Mas depende do partido.
Ah, o PPB não existe mais; agora é PP. Que, desde então, não tem candidato a federal – e apoia forasteiros. Deve acontecer o mesmo em 2014. Igualzinho ao PDT, se Marcelo Bisogno não cometer um desatino e desistir da Assembleia.
Ah, e quando só um partido tem candidato competitivo à Câmara, qual o sentido de fazer campanha para votar em santa-mariense?





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