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Senado. Enfim, descobriram o óbvio: a culpa não é de um, mas de 81. E tratem de achar a saída

Aparte a sólida defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem interesses além dos que se referem à manutenção do status quo do Senado, José Sarney (foto), enfim, começa a ser entendido na sua verdadeira dimensão. Que, aliás, não é boa. Mas não é o único, longe disso.

 

Enfim, conforme se pode perceber das manifestações feitas na tribuna, nesta quinta-feira, último dia da semana para discursos, os líderes partidários parecem ter-se dado conta que todos os 81 têm responsabilidade. Por ação. Ou omissão. Essa situação é bem refletida em reportagem publicada no sítio especializado Congresso em Foco, com a assinatura do jornalista Rodolfo Torres. A foto é de José Cruz, da Agência Brasil. Acompanhe:

 

“Senadores afinam discurso da “responsabilidade coletiva” sobre crise

Senadores usaram a palavra nesta quinta-feira (2) para sustentar a tese da “responsabilidade coletiva” dos integrantes do Senado sobre a crise que assola a Casa.

“Há uma omissão aqui que é a responsável por essa crise de 81 senhores senadores, nenhum a mais, nenhum a menos! Não vamos querer ser mais certos, mais errados, mais éticos ou menos éticos. Vamos admitir nosso mea culpa e encontrar uma saída para esse impasse”, afirmou o primeiro secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI).

Além de Heráclito, endossaram esse coro senadores como Delcídio Amaral (PT-MS), Geraldo Mesquita (PMDB-AC) e Aloizio Mercadante (PT-SP). O petista chegou a afirmar, em conversa com jornalistas nessa quarta-feira (1°), que não é possível eleger apenas o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), como único culpado pela crise da instituição.

Mercadante, que é líder do partido na Casa, subiu à tribuna há pouco para apoiar a permanência de Sarney. “Não há governabilidade sem o PMDB. A aliança do PMDB é fundamental neste país”, justificou. “Erros estruturais, erros que se acumulam ao longo dos anos, precisamos revê-los, precisamos apurá-los, precisamos punir quem quer que seja. Agora, precisamos também parar de errar, dar um breque”, afirmou Geraldo Mesquita (PMDB-AC)…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

 

SUGESTÃO ADICIONAL DE LEITURA – confira aqui, se desejar, também outras reportagens produzidas pelo sítio especializado Congresso em Foco.

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