ARTIGO. Jorge Pozzobom e o SAMU: prefeitura já fez sua parte para central telefônica ser instalada em SM

ARTIGO. Jorge Pozzobom e o SAMU: prefeitura já fez sua parte para central telefônica ser instalada em SM

ARTIGO. Jorge Pozzobom e o SAMU: prefeitura já fez sua parte para central telefônica ser instalada em SM - pozzobom-artigoCentral Telefônica do SAMU em Santa Maria: um compromisso com a vida

Por JORGE POZZOBOM (*)

Talvez, quem passou pela Praça Saldanha Marinho, na manhã da última quinta-feira, possa ter se surpreendido com a movimentação ali, em frente ao Theatro Treze de Maio. Mas eu fiz questão de levar para o coração da cidade a entrega das duas novas ambulâncias que adquirimos com recursos do Ministério da Saúde. E tomei essa decisão por dois motivos. Primeiro, para valorizar (e apresentar para quem não conhece) os profissionais que atuam no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), esses verdadeiros heróis anônimos. Em segundo lugar, para celebrar mais um passo dado na qualificação deste serviço tão importante, que realiza mais de 700 atendimentos por mês e que, literalmente, salva vidas.

As duas ambulâncias novinhas em folha que entregamos, somadas às outras duas que vieram no passado (garantidas por meio de emenda parlamentar do deputado federal Paulo Pimenta), concretizam a efetivação completa da renovação da frota do SAMU, algo que não ocorria desde 2011, quando o serviço começou a funcionar na cidade. Uma espera de oito anos resolvida em apenas dois anos e meio de Governo.

E não para por aí. Além de ter transporte e equipamentos de qualidade, trazer a Central Telefônica do SAMU para Santa Maria também é um compromisso nosso. Pelo qual estamos trabalhando muito e que, felizmente, está mais perto de se tornar realidade. A nossa parte, a parte que competia à Prefeitura, já fizemos: garantimos o repasse de R$ 50 mil a mais por mês, o valor necessário para que o Instituto Masper, prestador do serviço, possa montar a estrutura e operar (com médico regulador, inclusive) a Central Telefônica do SAMU em Santa Maria. Ou seja, quem irá atender o chamado pelo número 192 será um profissional aqui da cidade, que conhece as ruas, os bairros e as vilas e que, certamente, dará mais agilidade ao processo.

Agora, a instalação da central local depende de ajustes, entre o Governo do Estado e o Instituto Masper. Por uma questão de responsabilidade (e em respeito à população santa-mariense), prefiro não fixar prazo para isso. Mas, uma coisa eu posso afirmar: no que depender de mim, Jorge Pozzobom, prefeito de Santa Maria, nunca mais teremos uma manchete sobre morte pela demora no atendimento do SAMU.

É claro que ainda passamos por dificuldades financeiras. O Governo do Estado deve ao Município, só em repasses atrasados na área da Saúde, mais de R$ 16 milhões. Mas, é como eu costumo dizer: governar é elencar prioridades. E nós escolhemos salvar vidas. Nós escolhemos cuidar das pessoas.

(*) JORGE POZZOBOM é o Prefeito Municipal de Santa Maria. Sua trajetória como agente político começou com dois mandatos de vereador, tendo depois se alçado, pelo voto popular, à Assembleia Legislativa. Em meio ao segundo período, em 2016, foi eleito para conduzir o Executivo santa-mariense. Ele escreve no site às terças-feiras.

OBSERVAÇÃO DO EDITOR: a foto (da entrega das ambulâncias ao SAMU, semana passada) que ilustra este artigo é de João Alves (AIPM).



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