OBSERVATÓRIO. Avaliação da conduta dos edis da CPI da Kiss está nas mãos (e mente) de Manoel Badke
Luneta
O reitor eleito da UFSM, Paulo Burmann e seu vice, Paulo Bayard Gonçalves, farão um périplo por Brasília, na próxima semana – entre segunda e quarta.
Na agenda, afora contatos no Ministério da Educação e com a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, uma parada no Congresso está prevista,
Burmann e Bayard vão papear com parlamentares gaúchos. O primeiro gabinete, por certo, será o de Paulo Pimenta (PT), o único santa-mariense por lá.
Bronca da 8ª Coordenadoria Regional de Educação, que você soube primeiro aqui na coluna, semana passada, está estragando consolidadas boas relações internas no PT/SM.
É verdade que o problema pode estar na forma de gerir a repartição. Mas o pano de fundo pode ser, mesmo, 2014. Pode.
Da mesma forma que a CPI da Kiss, desde seu nascedouro, não alimentou qualquer expectativa de investigação que pudesse comprometer a Prefeitura, nada se espera da possibilidade de apuração de conduta de seus integrantes, agora.
Todos consideram improvável, para dizer o mínimo, que o ouvidor nomeado pela Comissão de Constituição e Justiça, Manoel Badke, recomende qualquer processo.
Ainda que isso se dê, porém, não passará pela CCJ e, logo, o plenário ficará distante – assim como eventuais constrangimentos para os demais edis. É assim que será.
O grande problema está no futuro. Sim, a gravação do célebre papo intraparlamentar está guardada, para uso quando e se for o caso. Resumindo: continuará assombrando.
PP e DEM pensam exatamente do mesmo jeito que o PMDB, no episódio envolvendo o PDT, na Câmara. Pepistas e demistas são, apenas, mais discretos.
Você pode seguir o colunista no Twitter (@claudemirpe), curtir sua página no Facebook (www.facebook.com/siteclaudemirpereira) e ler o site www.claudemirpereira.com.br. Ah, igualmente pode ouvi-lo, às 7h30 e ao meio dia, na Antena 1.





Na urna, a gravação vai ter valor.
Esta gravação pode não ter validade em ambiente de leis, mas mostra o caráter e a educação de alguns e o vocabulário que se tem nas reuniões fechadas DENTRO da câmara… o simples usar de baixo calão não seria caso de averiguar…
O vocabulário foi adequado?
@JJ
Esta gravação nao tem valor legal nenhum ..
Movem-se em um pantano de subterfúgios, tramoias, esquemas, nada claros e vem falar de.. valor legal
Como, bem colocou o Everton Maciel, que MORAL..
Pra politico nada tem valor, onde a moral não existe é assim, mais infelismente o povo gosta.
Tudo que é legal não parece legal.
O primeiro legal se refere a lei, legalidade.
@JJ – Onde falta MORAL,o LEGAL não tem valor.
Esta gravação nao tem valor legal nenhum … Nem mesmo no conselho de ética … Prova ilícita !!!