CAMPANHA. Luciano grava em frente ao Regional e defende o hospital aberto “na íntegra e 100% SUS”

CAMPANHA. Luciano grava em frente ao Regional e defende o hospital aberto “na íntegra e 100% SUS”

CAMPANHA. Luciano grava em frente ao Regional e defende o hospital aberto “na íntegra e 100% SUS” - ad7e7412-campanha-lucianoDa Assessoria de Imprensa da Coligação, com foto de SAMUCA NETO

Nesta quinta-feira (15), o candidato a prefeito Luciano Guerra gravou entrevista a uma emissora de televisão local na frente do Hospital Regional de Santa Maria e afirmou que a abertura de todos os leitos e serviços do complexo de saúde será uma das lutas prioritárias do seu governo.  Ao lado do deputado estadual Valdeci Oliveira, que recentemente anunciou a destinação de uma emenda parlamentar de R$ 1 milhão para o local, ele lembrou que, nesta pandemia da Covid-19, Santa Maria chegou a ser classificada na “bandeira vermelha” (situação de alto risco) justamente devido à falta de leitos disponíveis. “Há muito tempo, os leitos do Regional já deveriam estar 100% à disposição da população e 100% funcionando pelo SUS. Nós vamos liderar uma grande mobilização, envolvendo lideranças locais e regionais de todas as siglas partidárias, para convencer o governador de que a abertura total do Regional tem que ser feita o mais rápido possível. Vamos viver um 2021 muito difícil na saúde e o papel do Regional é decisivo”, advertiu.

Também nesta quinta, Luciano, sempre de máscara e acompanhado do candidato a vice-prefeito Marion Mortari, fez uma caminhada no Residencial Dom Ivo Lorscheiter, no Bairro Diácono João Luiz Pozzobon, na Região Leste de Santa Maria, onde dialogou com a população sobre suas principais propostas de campanha.



3 comentários

  1. Ignez Andrade

    Já que os governos do Malfeito MDB e Todobom PSDB não atraíram empresas em suas gestões, coube ao PT articular e pressionar pelo Regional, pra pelo menos melhorar um pouco o acesso à saúde da população e gerar emprego e renda em torno da saúde, que é o nosso “turismo” santamariense

  2. O Brando

    Primeiro, PT não queria o Regional, preferia ampliar a Casa de Saúde. Segundo, Tarso, o intelectual deixou a obra praticamente parada. No fim do mandato queria dar de presente para o Burmann. O ‘reitorar é contruir prédios’ queria ampliar o curso de medicina da UFSM (obstruindo o da UFN, alas, a ampliação do outro hospital já foi movimento neste sentido).
    Terceiro, a solução para o desemprego na aldeia é a ‘criação de frentes de trabalho’. Ou seja, os comerciários iriam construir açudes com pá e enxada como se atingidos pela seca no nordeste.

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