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BASTIDORES. Um momento histórico no jornalismo, Cechin na propaganda de Pozzobom, TSE e a Covid

Imprensa norte-americana indicou: não divulgará mais mentiras de Trump

Por Maiquel Rosauro

Um momento histórico foi presenciado, na noite desta quinta-feira (5), por quem acompanhava o discurso do presidente norte-americano Donald Trump. As emissoras ABC, NBC e MSNBC interrompem o pronunciamento no momento que o republicano começa a mentir sobre a apuração das eleições nos Estados Unidos.

No final da noite desta quinta (5), o democrata Joe Biden seguia na liderança da apuração. Destaque para o estado da Georgia, onde a diferença a favor de Trump era de apenas 1.497 votos.

Confira a contagem em tempo real em mapa interativo do New York Times (AQUI).

Apelou?

O prefeito de Santa Maria e candidato à reeleição, Jorge Pozzobom (PSDB), surpreendeu ao apresentar em seu programa de televisão o vice-prefeito e candidato ao Executivo, Sergio Cechin (PP). A propaganda do tucano mostrou o progressista fazendo elogios a Pozzobom em um vídeo gravado ano passado.

Covid-19 e eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou uma nota de esclarecimento sobre justificativa de ausência em caso de covid-19. O órgão ressalta que o voto é obrigatório para todos os maiores de 18 anos e menores de 70 anos.

“Eventual ausência às urnas pode ser justificada com atestado médico, entre outros. No caso específico da Covid-19, a Justiça Eleitoral orienta, no Plano de Segurança Sanitária, que o eleitor fique em casa se estiver com febre no dia da votação ou tiver contraído Covid-19 no período de 14 dias antes do dia da votação. Quem deixar de votar por essa razão deve apresentar documento, como atestado, declaração médica ou teste que comprovem a condição”, diz o TSE.

Caberá ao juiz da zona eleitoral em que é inscrito o eleitor analisar a documentação e alegações apresentadas.

Confira a nota na íntegra (AQUI).

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2 Comentários

  1. Nova pesquisa foi registrada e deve ser divulgada dia 10.
    Cladistone utiliza conversa mole de advogado na campanha. ‘Conclui obra que estava parada há 10 anos’: inclusive no governo dele. Alás, calçadão não saiu, faixa Arenal-UFSM não saiu, centro de eventos praticamente parado, creches são do tempo da Dilma, a humilde e capaz, Restaurante Popular ficou fechado ‘um eito’. Mais, ‘Santa Maria não pode recuar, tem que continuar progredindo’. Cladistone fez promessas sobre a rede ‘Vende-se’ e ‘Aluga-se’ na eleição anterior. Pandemia só fez acelerar, aldeia está em plena decadência. Tentar enganar de maneira tosca é chamar os outros de burro. Não tanto assim.

  2. CNN, ABC, NBC e MSNBC fizeram campanha para Biden. Mais, passaram os últimos anos metendo o K7 em Trump. Fox fez o mesmo com sinal contrário. Depois da posse de Biden os papéis se invertem. Resultado é perda de credibilidade geral. Uma eleitora de Biden: ‘Trump não fez nada por nós’. Um eleitor de Trump: ‘Não gosto do que ele tuíta, não aprovo o comportamento, mas ele resolve os problemas que acho importantes, logo não interessa o que escreve no Twitter as três da manha’. Resumo da opera: mais uma tentativa de ‘influenciar’ a opinião publica. Não tem importância para a maioria, somente para determinadas pessoas. Daqui três dias ninguém mais lembra.

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