Aposentadoria precoce. Não se pode confundir direito com privilégio, escreve Edmilson Gabardo
…No final de 2008 a população gaúcha recebeu a notícia de que o Comandante Geral da Brigada Militar, o famoso Coronel Mendes, estava se aposentando. No vigor de seus cinquenta e poucos anos foi obrigado a vestir o pijama e abandonar, no auge de sua capacidade física e intelectual, sua atividade profissional. Afora o fato de perdermos um profissional da área da segurança pública, vamos ter que pagar o salário do Coronel por mais 30 ou 40 anos sem retribuição alguma para a sociedade.
Não é possível que isto continue a ocorrer: alguns brasileiros com este tipo de privilégio, em detrimento da maioria dos trabalhadores que precisam trabalhar até os 65 anos para obter uma aposentadoria que geralmente é insuficiente para uma vida tranqüila. E muito se fala em direito adquirido, mas não podemos confundir direito com privilégio, não podemos aceitar que nossos sistemas previdenciários públicos, e consequentemente o Estado, quebrem para continuar a favorecer algumas categorias…
Os parágrafos acima são parte do artigo Aposentadoria precoce, do colaborador semanal deste sítio às quintas-feiras, o empresário, radialista e advogado Edmilson Gabardo. O artigo foi publicado na última madrugada. Basta ir à caixa de Artigos, ao lado, para lê-lo na íntegra. Boa leitura!





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