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O peso da esperança: 20 milhões de toneladas – por Roberto Fantinel

O articulista e a supersafra que o campo está a oferecer este ano aos gaúchos

Diante da maior crise dos últimos 50 anos, do aumento da pobreza, da queda na arrecadação de impostos e de milhares de pessoas perdendo suas vidas todos os dias, a esperança não vem apenas em forma de vacina. Ela vem em grãos. No nosso Rio Grande, mais precisamente em 20 milhões de toneladas de grãos. Além da colheita recorde, outro fator decisivo é o preço das commodities.

Para fins de comparação, a safra a ser colhida até o fim de abril é quase 80% maior que a colhida em 2020. No ano passado, a estiagem golpeou nossos agricultores fortemente. Mas, como são todos comprometidos, trabalharam duro e a recompensa veio em 2021.

Essa recompensa, no entanto, não fica restrita às lavouras. Ela se expande a cada uma das 497 cidades gaúchas. Por quê? Porque o impacto da maior safra da história do RS vai gerar a injeção também recorde de dinheiro nos cofres públicos e na economia gaúcha. Com recurso em caixa, é possível investir mais em saúde, segurança, educação, desenvolvimento e infraestrutura. 

O crescimento não se deu apenas na plantação de soja, é importante também lembrar. Milho, arroz e feijão também apresentaram crescimento e impactam positivamente o cenário.

Na Assembleia Legislativa, estarei atendo a isso. Não só fiscalizando os investimentos – papel do Legislativo -, mas também dialogando e buscando mais recursos para Santa Maria e região.

Viva o agro, viva a responsabilidade e a persistência dos nossos agricultores!

(*) Roberto Fantinel é deputado estadual pelo MDB. Oriundo de Dona Francisca, onde foi vereador, é ex-presidente da Juventude do MDB/RS, integrante do Diretório Municipal do MDB/SM e ex-assessor do governo gaúcho, na gestão de José Ivo Sartori. Ele escreve no site, semanalmente, aos sábados.

Observação do EditorA foto de colheira da soja, que ilustra este artigo, é uma Reprodução da internet.

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Um Comentário

  1. Rio Grande do Sul já foi o celeiro do Brasil. Não é necessário ser um gênio para perceber onde o estado se encontra.
    É bom, mas não basta. Nem é sabido como as mudanças climáticas podem alterar isto, não se discute.

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