‘XIS’ EM SM. Prefeitura elabora um diagnóstico dos serviços de alimentação para fortalecer o Programa
Iniciativa busca consolidar o lanche como símbolo de identidade e cultura local

Por Gabriel Marques (com foto de Samuel Marques/Arquivo) / Da Assessoria de Imprensa da Prefeitura
Santa Maria soma 2.591 empresas ativas ligadas ao universo de bares, restaurantes, lanchonetes, ambulantes, bufês e fornecimento de alimentos. O levantamento do Observatório Econômico, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação, traz um diagnóstico do setor do Município no contexto do Programa Xis.
A maior concentração dos estabelecimentos está no Centro, que lidera com 441 empresas, concentrando cerca de 17% de todo o cadastro. Em seguida aparece Camobi, com 265 empresas, ou 10,2% da base. Depois, Pinheiro Machado (119), Juscelino Kubitschek (108) e Nossa Senhora de Fátima (105). Também se destacam os bairros Nossa Senhora das Dores (91), Nossa Senhora Medianeira (91), Nossa Senhora do Rosário (90), Tancredo Neves (90) e Patronato (72).
No que se refere às atividades mais frequentes, as lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares lideram com 687 registros. Logo atrás aparecem o fornecimento de alimentos preparados para consumo domiciliar, com 665, os restaurantes e similares, com 527, e os serviços ambulantes de alimentação, com 411. Os dados indicam que há uma cadeia diversa, conectada tanto ao consumo presencial quanto ao delivery, ao comércio de rua e à experiência urbana.
Conforme o secretário Ronie Gabbi, é neste contexto que o xis ganha protagonismo por não ser apenas um item de cardápio e, sim, um símbolo afetivo da cidade, presente em diferentes situações do cotidiano local:
“O próprio material do Programa Xis reconhece isso ao afirmar que o xis é mais do que um lanche, é identidade, memória afetiva e cultura urbana, além de gerar trabalho, renda e valorização dos empreendedores locais. Por isso, o Programa Xis é tão importante como política pública porque ele parte de uma leitura moderna de desenvolvimento que busca olhar para aquilo que já é forte na cidade e organizar esse ativo com visão de futuro”.
O chefe da pasta de Desenvolvimento Econômico e Inovação, vê o momento como o de virada de chave, de mudança de percepção sobre esta iguaria. O xis deixa de ser tratado apenas como curiosidade local e passa a ser tratado como vetor de atratividade.
“Essa abordagem combina com o tempo em que vivemos. Hoje, as cidades mais inteligentes não vendem apenas infraestrutura, elas vendem experiência, identidade e autenticidade. Elas entendem que cultura também é ativo econômico. Que gastronomia também é marca territorial. Que pertencimento também gera valor. E Santa Maria encontrou no xis um caminho original, divertido e altamente comunicável para fazer isso”, avalia Gabbi…”
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‘Que pertencimento também gera valor. E Santa Maria encontrou no xis um caminho original,[…]’. Kuakuakuakuakua! Original! Kuakuakuakuakua!
No que se chega ao assunto ‘X’. Passo Fundo é seda da X Calota Brasil Franchising LTDA – ME. Especializada no ‘verdadeiro Xis gaucho’. Algo como 70 unidades em 6 estados. ‘O Xiss’, marca do grupo Press, esta expandindo em POA, presente em varios shopping centers. Tambem tem franquia. O ‘classico xis gaucho’. Ja teve presença em grandes eventos como o Planeta Atlantida.
Duas coisas. Epoca da Pascoa gente que tentou ir na livraria do Parque da Medianeira que estava fechada. Tiradentes, gente reclamando da qualidade da comida nos restaurantes da cidade (buffet, comida por quilo). Não é de hoje. Sintoma de mão de obra pouco qualificada. Um pouco de treinamento melhoraria não só a qualidade, diminuiria os custos.