KISS. Enquanto o Ministério Público vê como recorrer da sentença que libertou réus, familiares vão às ruas

Duas manifestações públicas já estão previstas pelos familiares das vítimas da tragédia de 27 de janeiro, através de sua Associação e dos grupos (todos apartidários) a ela ligados. Uma é no final da tarde desta terça, a partir das 5, na praça Saldanha Marinho. Está sendo convocada pelas redes sociais da internet.
Outra, como o sítio ANTECIPOU no início desta noite, é mais forte ainda, e está prevista para as 5 da tarde desta quarta-feira, na BR 158, esquina com a rua Duque de Caxias. Prevê-se o trancamento da rodovia, exatamente num dos horários de maior movimento.
É a forma encontrada pelos familiares para demonstrar toda a sua indignação com a libertação dos réus, pelo Tribunal de Justiça, na semna passada, e também cobrar outras medidas contra a impunidade – aí incluída a CPI da Kiss, na Câmara de Vereadores.
Em outro front, no caso, o jurídico, os familiares das vítimas foram nesta segunda ao Ministério Público – que estuda as formas de recorrer da decisão do TJRS e buscar o retorno dos réus à penitenciária de Santo Antão. A propósito, confira material originalmente publicado no portal Terra. A reportagem (texto e foto) é de Luiz Roese. A seguir:
“MP entrará com recursos contra liberdade de réus da tragédia na Kiss…
… O Ministério Público (MP) em Santa Maria (RS) avisou nesta segunda-feira a familiares de vítimas do incêndio na Boate Kiss que a promotoria em Porto Alegre entrará com dois recursos contra a liberdade dos quatro réus acusados pela tragédia, em janeiro deste ano, que foram libertados na última semana.
Em uma reunião entre os promotores e os familiares das vítimas, que durou cerca de duas horas, os parentes foram informados a respeito de dois recursos que o Ministério Público de Porto Alegre tentará. Um, chamado de “recurso especial”, será enviado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e argumentará que houve contrariedade ou negativa de uma lei federal. No caso, a norma que não foi seguida, na visão do MP, foi o Código de Processo Penal, pois, segundo os promotores, foram cumpridos todos os requisitos para a manutenção das prisões dos quatro réus.
O outro recurso, chamado de “extraordinário”, será remetido para o Supremo Tribunal Federal (STF) e pretende discutir a constitucionalidade da decisão de soltar os réus. Os promotores acreditam que a possibilidade de sucesso dessa medida é pequena, mas, mesmo assim, eles vão utilizá-la…”
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Agora não podemos mais cantar na praça que vamos ser chingados por manifestantes, jã fizer de tudo e não adiantou, então gente vamos deixar para a justiça, porque que anda no centro é a trabalho e não tem nada com isso.