Isso é muito sério. Bruno Lima Rocha conta como são os papeleiros, nossos novos industriais
…Nossa perspectiva deve iniciar mirando ao outro lado, não do rio, mas dos agentes desta luta. Considero importante narrar o perfil dos players da indústria da celulose e papel atuando no sul do mundo. Segue abaixo um brevíssimo trabalho de pesquisa, em fontes abertas e usando apenas a internet como ferramenta. Todos os dados têm a origem em páginas e portais corporativos oficiais destes conglomerados. Ou seja, a mídia corporativa não investiga ou denuncia, ou apenas narra todas as coisas como são, porque não quer. A boa e velha verdade factual chocante ou estarrecedora deve ficar a lo largo das mentiras do corporate business. O tempo que a redação tomou-me não passara de 45 minutos entre leitura, escrever, revisar, buscar os enlaces e hiperlinks e enviar para o local de postagem.
Detalhe, quem escreve é periodista de ofício, mas docente universitário de profissão. Se fosse um craque do jornalismo de investigação, fazia chover nestas duas laudas. Como analista, me contento com o raciocínio lógico e as evidências irrefutáveis. Justo o oposto da prensa como ela é, incluindo as vivandeiras midiáticas da Província gaúcha, os mesmos coleguinhas que viajaram para a Suécia Finlândia, com as despesas pagas pela Stora Enso, indo conhecer as maravilhas tecnológicas que vão exaurir da terra charrua e tape o recurso mais importante do século XXI, a água! Peço um pouco de paciência para uma leitura acurada das obviedades que narro abaixo. Vamos aos players…
Os parágrafos acima são parte do artigo Geopolítica da Celulose – 1, do jornalista e cientista político Bruno Lima Rocha, colaborador semanal deste site, onde faz reflexões sobre a mídia, entre outros temas. Para ler a íntegra, basta ir ao lado, na caixa de Artigos. Ele foi postado há poucos instantes. Confira!





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