OBSERVATÓRIO. A mulher e a representação desigual

O Brasil tem 142,8 milhões de eleitores. Deles, 52% (74,5 milhões) são mulheres. O fenômeno da maioria feminina se reproduz no Rio Grande do Sul (os mesmos 52%,, com 4,3 milhões de eleitoras) e, mais ainda, em Santa Maria, onde elas são 54% dos cidadãos aptos a votar: 108 mil em 200 mil, nos números arredondados.
Resumo da ópera: a mulher, cada vez mais, desempenha papel preponderante no momento de escolher os mandatários e os parlamentares. No entanto, com as exceções já conhecidas, e apesar das cotas (30% dos candidatos proporcionais) muito longe estão de ocupar as funções para as quais votam. Eis, ainda, um longo caminho a ser percorrido até que um equilíbrio mínimo se imponha.
Trabalho para a representação política. E também para as próprias mulheres.





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