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ELEIÇÕES 2026. Em congresso estadual, MDB/RS confirma pré-candidatura de Gabriel a governador

“Carta” divulgada no evento também lança diretrizes para um futuro governo

Da Assessoria de Imprensa do MDB/RS / Com foto de Leandro Rodrigues

No mesmo palco onde, há exatos 20 anos, foi eleito presidente da Juventude do MDB, o vice-governador Gabriel Souza foi confirmado neste sábado, 29 de novembro, no Congresso Estadual da legenda, como pré-candidato ao Palácio Piratini em 2026. Diante de mais de dois mil correligionários, o anúncio no Clube Farrapos – o mesmo que o projetou para a política estadual em 2005 – simbolizou tanto a tradição do MDB, que se aproxima de 60 anos de atuação ininterrupta, quanto a oxigenação e o olhar permanente para o futuro.

Responsável pela leitura da Carta do Congresso Estadual “A luta pelo Rio Grande continua” (confira a íntegra, no arquivo em PDF no final do texto), o presidente do MDB-RS, deputado Vilmar Zanchin, fez um retrospecto sobre o papel político do partido ao longo da história, suas contribuições para o País e o Estado e, especialmente, o compromisso com as novas gerações.

Categoricamente, reafirmou o nome de Gabriel Souza como líder do projeto de desenvolvimento do partido para o Estado. “Ciente do nosso papel, o MDB se coloca novamente à disposição dos gaúchos e, por sua história, defende a pré-candidatura do vice-governador Gabriel Souza ao Palácio Piratini em 2026”, anunciou Zanchin. Na carta, aprovada por aclamação por mais de 1,5 mil filiados, a legenda aponta diretrizes para um futuro governo. São elas:

Preservação do equilíbrio fiscal: Com contas organizadas, planejar o futuro, investir de maneira contínua e garantir que políticas públicas não sejam interrompidas a cada crise. Transparência, responsabilidade e uso correto dos recursos públicos são compromissos permanentes;

Investimento nas pessoas: Promoção de políticas públicas desde a primeira infância ao ensino médio, técnico e superior; valorização dos professores e servidores da educação; redução das desigualdades; aproximação a juventude da inovação e do mercado de trabalho; e construção de um ambiente em que o conhecimento se transforme em oportunidades;

Liberdade econômica: Incentivar o dinamismo e a modernidade, proporcionando um ambiente favorável a quem produz. Simplificar processos, reduzir burocracias, garantir segurança jurídica e promover a inovação em todos os setores. Com a reforma tributária em curso, o RS terá a necessidade de se adaptar rapidamente para não perder competitividade;

Políticas de prevenção e proteção aos eventos climáticos: Melhorar a capacidade de resposta, modernizar as cidades e investir em obras estruturantes, constantes no Plano Rio Grande, que resguardem vidas e preparem o território para um tempo em que os eventos extremos são cada vez mais frequentes. Proteção significa antecipar riscos, reconstruir com inteligência e garantir que as próximas gerações vivam em um ambiente mais seguro e resiliente. Também investir em ações de mitigação dos efeitos das estiagens.

Desafio aceito e alianças convocadas

Convocado pelo MDB gaúcho, o vice-governador Gabriel Souza aceitou o desafio de concorrer às eleições de 2026. Sob intenso fervor da militância e ao som das palavras de ordem “MDB, já decidi, vamos voltar ao Piratini”, Gabriel disse sim. “Chego até aqui, neste lugar que marcou minha trajetória, diante do partido da minha vida, pra dizer com serenidade, responsabilidade e convicção: eu quero ser o próximo governador do Rio Grande do Sul.  E acrescentou: “a minha motivação como pré-candidato é simples e profunda, é melhorar a vida das pessoas. Vamos enfrentar uma eleição em que os adversários tentarão rotular o Rio Grande como de esquerda ou de direita. Mas o Rio Grande do Sul não é um rótulo ideológico, ele pertence aos gaúchos e às gaúchas. E é para o povo que devemos governar”.

Signatário da Carta “A luta pelo Rio Grande Continua”, Gabriel situou sua pré-candidatura como continuidade de um ciclo político que recolocou o Estado nos trilhos. Lembrou que o MDB foi protagonista das decisões mais duras e estruturantes da última década, do ajuste iniciado no governo Sartori ao equilíbrio fiscal consolidado na gestão Eduardo Leite.

“Quero dizer com toda clareza: a agenda que construímos juntos, uma agenda dura, exigente, que só foi possível com o apoio de muitos parceiros, é a agenda que devolveu esperança ao povo gaúcho. É esse trabalho, feito com responsabilidade, inovação e coragem, que precisa continuar. Não se trata de apresentar o meu nome por vaidade ou ambição pessoal. O MDB tem muitos quadros qualificados. O que me motiva é o propósito da política que faço: continuar melhorando a vida das pessoas”, destacou Gabriel.

Mas Gabriel não apenas confirmou a sua disposição, foi além. Legitimado pelo MDB, convocou a construção de uma ampla e forte aliança. “O que nasce aqui hoje não é apenas uma pré-candidatura. É um movimento”, pontuou o vice-governador. E avisou: “Vamos convidar aliados, lideranças e partidos que acreditam que a política que transforma é a política que une”.

Militância e amor

Como prova de amor ao partido ao qual é filiado desde os 16 anos, o vice-governador fez questão de agradecer a mobilização de seus correligionários. “O MDB é militância, é alma, é trabalho e é o partido da minha vida. São 26 anos de vida partidária”, enalteceu.

Ele ainda agradeceu a confiança e a unidade em torno do seu nome e enfatizou que agora essa união precisa se transformar em vitória, com menos ansiedade e mais otimismo. “A caminhada até aqui foi enorme. Não descansem. Voltem para casa com a missão de mobilizar ainda mais pessoas. Eu estarei nos quatro cantos do Estado, palmilhando o Rio Grande do Sul mais uma vez, conversando, ouvindo e construindo esse caminho. A luta continua!”, convocou o pré-candidato do MDB ao governo do Estado.

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