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O vazio de representação – por Marco Antônio Jacobsen Poll Júnior

“A chance de SM deixar de ser coadjuvante e escolher o tamanho do seu futuro”

Quem respira a política do Coração do Rio Grande sabe que a nossa região padece, há anos, de isolamento político. Santa Maria é uma gigante polo educacional, militar e de saúde, mas nossa voz se dilui na Assembleia Legislativa. Representação real exige identidade clara, espinha dorsal ideológica inegociável e vínculo de sangue com a terra. A cidade precisa de um deputado estadual de verdade.

Significa ter alguém santa-mariense na essência, que conheça nossa realidade e não use a cidade como trampolim eleitoral. O momento exige uma direita de verdade, sem conveniências, que defenda a liberdade econômica e entenda o pagador de impostos como o motor da sociedade. Alguém que pense o Rio Grande do Sul como um lugar para se ficar, empreender e prosperar.

O trabalho que o partido NOVO desenvolve em Santa Maria demonstra que a política pode ser feita com eficiência e respeito ao dinheiro público, consolidando-se como o melhor caminho para destravar o potencial do município.

Quando procuramos o rosto dessa transformação, vemos um perfil que já se provou justamente onde a região mais precisa: na Assembleia Legislativa, quando atuou como o deputado estadual que mais verdadeiramente representou e brigou pelos interesses de Santa Maria. Um nome que, depois dessa entrega no parlamento, cimentou sua capacidade técnica na lida da capital, experimentando-se na gestão e na entrega de grandes projetos e nos desafios políticos complexos que Porto Alegre impõe.

Mais do que isso, alguém que teve a coragem de voltar para casa e se colocar como alternativa para a cidade, enfrentando de peito aberto a máquina pesada e brutal do Partido dos Trabalhadores, já tradicional na nossa história, além de um exército de cargos e recursos consolidado há quase 12 anos na gestão da nossa comuna.

Quando buscamos esse líder com coragem para enfrentar o sistema e que traz no DNA o orgulho de ser daqui, os caminhos da região naturalmente convergem para quem encarna essa coerência. Santa Maria tem a chance de deixar de ser coadjuvante e escolher o tamanho do seu futuro.

(*) Marco Antônio Jacobsen Poll Júnior é administrador e professor e militante do partido Novo.

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11 Comentários

  1. Resumo da opera II. Novo de ‘novo’ não tem nada. Uma ‘retorica’ bolorenta e um discurso vazio. E contra os Vermelhos, mas não pode ir muito para a direita para não sobrepor o Missão (até prova em contrario um bando de picaretas igual ao que domina a politica hoje; vide ‘Tour de Blond’). Tucanos enrustidos.

  2. Resumo da opera. SM sofre com a falta de lideranças (não é privilegio dela). Entalada entre um passado notável e um futuro ‘sensacional’ que nunca chega. Eventualmente surge um ‘fato novo’ que gera um ‘agora vai’ e um ‘precisamos engajar a comunidade’. Até agora deu em nada. SM não tem rumo, vai com os ventos e não com as velas.

  3. ‘Santa Maria tem a chance de deixar de ser coadjuvante e escolher o tamanho do seu futuro.Santa Maria tem a chance de deixar de ser coadjuvante e escolher o tamanho do seu futuro.’ SM já está lascada, mas se o futuro dela dependesse do Nota de 7 reais chegaria no mesmo destino.

  4. ‘[…] esse líder com coragem […]’. Prostituíram a palavra ‘lider’. Ninguém vai na esquina comprar pão atrás do Nota de 7 reais.

  5. ‘[…] na entrega de grandes projetos e nos desafios políticos complexos que Porto Alegre impõe.’ As churrasqueiras do Beira Rio numa ‘PPP’.

  6. ‘[…] enfrentando de peito aberto a máquina pesada e brutal […]’. O ‘heroi vitima’! Kuakuakuakuakuakua!

  7. ‘[…] na Assembleia Legislativa, quando atuou como o deputado estadual que mais verdadeiramente representou e brigou pelos interesses de Santa Maria.’ Cite de cabeça 5 medidas do Nota de 7 reais.

  8. ‘Santa Maria é uma gigante polo educacional, militar e de saúde, […]’. Polos educacionais surgiram outros. Polos de saúde idem. Vide Passo Fundo.

  9. “A chance de SM deixar de ser coadjuvante e escolher o tamanho do seu futuro”. A ‘esolha’ existe quando existem varias possibilidades, todas ao alcance.

  10. Questão toda é a idéia de que existe a idéia de que ‘as coisas sempre foram assim e assim devem permanecer’. Arrogancia de quem acha tudo controlável. Existem supervulcões que podem entrar em erupção. Baia de Napoles. Yellowstone. Se entrarem em atividade não há nada a ser feito. Existem outros eventos de nível de extinção. Asteroides gigantes passam todos os anos praticamente. Se mandarem um foguete com artefato nuclear e errarem sera um problema. E se acertarem e a bagaça fragmentar será um problema.

  11. Elon Musk falou em colonizar Marte. Até andou voltando atras, meta era ambiciosa. Um bando de cabeças de bagre Vermelhos do setor ambientalista partiu logo para a desqualificação. Como se a proposta fosse um sinal para devastar o meio ambiente do planeta ou criar uma ‘classe de privilegiados’ em outro satelite do sol.

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