COLUNA OBSERVATÓRIO. “Já que não funciona, que tal tirar o grandão do centro?”
SUGESTÃO – Por que a Prefeitura não retira, da boca do calçadão, o relógio que ali está? Afinal, trata-se de um objeto grandão e inútil, já que não funciona (e parece que ninguém quer mesmo resolver) há um tempão.





e com certeza tem muita rua com mais de 50 anos no barro em nossa cidade ,vá lá na chacara das flores,somente na vila santana tem a claudio simóes ,peru e chile.fora em outras vilas do bairro.agora se asfaltar uma rua aberta nos anos 2000 com 8 casas se vc acha justo apenas por que o dono de um terreno ali e pai de uma filiada do pt.
bom tem a rua chile e peru também proximas a essa rua aberta no ano 2000 e que existem a uns 50 anos e permanecem no barro .E não moro nessas ruas.mas conheço elas desde criança ,quanto a outra aberta nos anos 2000 sei de um proprietário com simpatia (sua filha e filiada) ao pt.Aos amigos do rei tudo.
@andre
Tenho uma lista imensa de coisas que aguardavam à mais de 50 anos solução e foram resolvidas por valdeci, mas entendo tua reclamação, a tendencia da gente é sempre olhar a frente de casa.
ah amigo …vá dizer isso para os moradores da rua que a mais de 50 anos vivem no barro e o seu governo do pt asfaltou uma outra ao lado aberta nos anos 2000.
Seu Saul um governo dura 4 anos e vai fazendo obras alguns lugares acabam entrando no cronograma no final do governo , só isso, o resto é casuísmo.
Seu André, fraquinho hein?Puro ranso!
Quanto à citar o nome seu Saul, eu não sou seu inimigo, não é uma questão pessoal.
Um abraço, amigo.
Saul, a lei que regulamenta os níveis máximos de ruído só faz diferença quanto à zonas rurais, comerciais e industriais, além de horários. Ou seja, quem mora nas vilas tem o mesmo direito ao bem estar e ao descanso quanto quem mora no centro. Por sinal, também mor numa vila! Sempre que recebermos informações mais específicas, tipo “na vila tal, tal e tal está ocorrendo incômodo” tomaremos providências. Estás convidado a me visitar na Promotoria. Abraços
Ah o governo valdeci concluiu a obra da alcides roth? bacana . a rua claudio simoes no bairro chacara das flores teve uma quadra feita no governo farret nos anos 90, foi mencionada no governo osvaldo mas não foi feito o restante. E quanto ao governo Ruimdeci nem se lembrou dos dois trechos restantes da rua (que existe desde os anos 50 )para asfaltar uma rua aberta em 2001 no bairro.realmete o ruimdeci asfaltou essa rua aberta em 2001 por que? porque lá tem filiados dos seu partido?realmente não dá pra entender.
Aqui no meu Bairro as obras foram feitas soh nas véspera das eleições, como disse, assim também fez o Sr Osvaldo, espero que o prefeito atual não faça a igual a eles. Por favor me poupe do seu fanatismo. Já lhe pedi, faça seus comemtários mas não se dirija a minha pessoa.
@Saúl
O governo valdeci fez obras o tempo todo nos dois mandatos seu Saul, à não ser que o senhor queira que os governos só façam obra nos 3 primeiros anos e parem de trabalhar no ano da eleição para não ouvirem críticas infundadas como a sua.
Quanto a sua citação referente ao diabo e ao Pozzobom não vou me manifestar pois só conheço um pçouco mais o Pozzobom.
@Saúl
Cara editor, desculpe ser repetitiva: “TROLL”.
Boa noite. Bueno o Sr. Rosa havia um comite próximo da minha casa nas eleições passada, era cruel o sistema de som do moço. Na verdade todas coligações fazem isso. O então prefeito Valdeci protegeu o pessoal do centro da cidade, mas acredito que esqueceu do pessoal dos bairros, ao menos deveria normatizar ( se eh que não fez, e se fez não há fiscalização) o uso dos serviços de som. Contando história, no apagar das luzes do Governo do Sr. Osvaldo Nascimento, na ante vespera das eleições asfaltou a metade esquerda da Av Alcides Roth na Cohab Santa Marta, e ficou faltanto a outra metade, e todo o lado direito da mesma avenida no sentido BR287/ Nova Santa Marta. Ganhou as eleições o Sr.Valdeci, ficou na dele apesar dos pedidos dos moradores, quando chegou as eleições, Ele pleitava a reeleição à prefeitura concluiu a obra. Passaram mais quatro anos, dois meses antes da última eleição lá veio asfalto novamente nalgumas ruas da Santa Marta, por sinal de má qualidade, uma guarapa por cima do calçamento. Não ficarei surpreendido se isso acontecer com o atual Prefeito, mas soh o tempo dira. Espero que essas atitudes eleitoreiras não faça escola aqui na Boca do monte.
PS.
Penso que por essas eh por outras que o Sr. Jorge Possobon dizia: – Mal feito, risos
PS.I
Pois eh meu fraterno, digamos bastante antigo. Diz aquele ditado popular, mais sabe o Diabo por ser velho doque por ser Diabo. eheheheheh
Respondo a esta pergunta com outra: Existe alguma coisa que o governo em exercício tenha feito com presteza e competencia? Inutilidades é o que mais se apresenta neste governo.Sendo assim acho que o relógio vai continuar lá. (NOTA DO EDITOR: nem eu próprio imaginava que poderia repercutir tanto essa notinha colocada no canto superior da página Observatório. Como isso ocorreu, faço questão de deixar minha posição suficientemente clara, respeitando semre tooodas as opiniões em contrário: sou FAVORÁVEL a que o relógio continue exatamente onde está. Entendo que é um elemento de informação importante. Mas, claro, FUNCIONANDO. Isso é possível. Já foi possível. Só precisa trabalhar para isso)
@Saúl
O maior apoiador disso é o Claudio Rosa, talvez porque ele goste de gritaria, se bem que nem isso ele faz mais.
Uma vergonha aquele relógio sem funcionar. Será que não existe um ser humano na prefeitura capaz de determinar o conserto daquilo?
Buenas tardes. O ruim não eh morar no centro, pois estão protegidos por leis que impedem carro de som em determinados quarterões. Romarias não acontecem todos os dias. Cruel é morar nos arrebaldes da cidade onde os carros de som entram com seus amplificadores a toda potência, e não existe fiscalização. Estamos em ano Eleitoral seria bom que a Prefeitura normatizasse os horários, e estabelecesse com quantos decibeis poderão operar cada estrovenga. Moramos na Zona Oeste, estamos a beira de um desatino. Fica aqui o meu alerta, mas não tenho a mínina esperança que isso se resolva, pois a população pobre pode sofer com a poluição sonora a qualquer hora do dia e da noite.
ET.
Li outro dia aqui no Blog, o Sr Promotor João Marcos Adede y Castro prestigiando o jornalista Claudemir, interagindo nos debates. Se por acaso V.Excia ler essa minha quase súplica, achando procedente gostaria que se dignasse tomar providências. Com certeza os moradores de Santa Maria ficarão eternamente grato.
Como dizia um personagem do Zorra total “tu é véio Alvarenga!”, do tempo dom relógio da loja Masson!
Talvez Shirmer não mande consertar o relógio porque não quer que o povo perceba o tempo passando e suas promessas de campanha ficando só no BláBlá…..
Em homenagem ao Saul, canto aquela musiquinha do Raul: “Eu nasci, há dez mil anos atrás. E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais”.
Moro distante aproximadamente 12 quarteirões do calcação, centro da cidade. Hoje fui acordado pelo som (perfeitamente audível, mesmo com toda distância) da “Marcha para Jesus”, no dia do trabalhador. Acabei me dando conta que temos uma outra “Romaria” em Santa Maria. Senti pena das pessoas que moram nas proximidades e, que como eu, gostariam de dormir um pouco mais nesse feriado e não conseguiram. Pena.
se não o retirarem ate o fim de 2011 ( o que acho bem provavel) , garanto que no ultimo ano da gestao sera consertado. como tantas outras coisass que por ai estao, na mesma situaccao…
Meu caro Claudemir, boa noite. Lembro do relógio da loja Masson na esquina da Dr. Bozano com a Marechal Floriano, era o referencial do horário no centro da cidade, além do Grandão da Catedral aqui da Boca do Monte. As horas passavam lentas, os ponteiros pachorrentos giravam com a sensação de se negarem contar o tempo,num Tic Tac que era a mais pura poesia. Lá pela metade do século XX apareceram os primeiros digitais eletromecânicos, derrubando palhetas para que os digitos se formassem. Passado mais alguns anos surgiram os digitais eletrônicos com seus displays multicoloridos de todos os tamanhos, ganharam força e numa luta desigual, tal qual o pequeno David venceram por falta de manutenção os gigantes Golias das marcas New Havem, Ansonia, Junghans e outros. Pasmem os senhores nem mesmo o Grandão da Catedral resistiu, ainda que imponente “bate” com um coração digital,(que Deus me perdoe pela inconfidência) tal qual um marcapasso no coração de quem agoniza. Restaram os ponteiros girando freneticamente na sina dos trezentos e sessenta graus, enganando os fiési e infiéis que por ali passam, e deixando um toque romântico para “nosoutos analógicos” que viemos da metade do século passado. A tecnologia venceu as máquinas do tempo, e hoje nas praças, nas ruas e nas BRs encontramos relógios digitais de todos os tamanhos, mas infelizmente em sua grande maioria desajustados, e muitos literalmente esqueceram de contar as horas também por falta de manutenção. Sou indiferente ao Grandão da praça, mas das duas uma, ou se pôe para funcionar e ele segue sua sina, ou então que deixe de poluir visualmente o nosso belo Calçadão, e seja retirado de lá.
ET. Quem não lembra dos relógios OITÃO marca Ansonia e Junghans do final do século XIX que marcavam as horas ( inclusive os atrasos dos trens, risos) nas salas de espera das estações da nossa saudosa Viação Férrea do Rio Grande do Sul.