IMPRESSA. Na coluna desta segunda, as duas únicas opções disponíveis ao PMDB. Não é o que se pretendia
Você confere a seguir, na íntegra, a coluna do editor do sítio, publicada na edição desta segunda, 16 de maio, no jornal A Razão:

As opções nas quais se debate o peemedebismo
Há cada vez mais certeza, no PMDB, incluídas as lideranças mínimas, médias, máximas e Cezar Schirmer, de que o plano inicial, que contava com apoio irrestrito inclusive do Palácio Piratini, não poderá se completar.
Isto é, a ideia de compor um chapão governista, incluindo as principais siglas que hoje estão no poder – escanteado só o PDT e sua proposta própria -, todas em torno da candidatura de Fabiano Pereira, do PSB, dificilmente se concretizará.
A causa é a rebeldia do PP, que até José Farret (hoje desfiliado) enfrentou, contra a aliança e dá sinais de que vai bancar mesmo a candidatura do vereador Sérgio Cechin, e correndo em busca de aliados.
Assim, o que resta ao peemedebismo? São duas opções. E nenhuma outra, aparentemente. Uma é patrocinar a chapa própria. É possível. Mas não é a mais provável. A tendência é mesmo ser vice de Fabiano, com o apoio do Rede e do PTB, pelo menos. Terceira alternativa, agora, seria surpresa.
O QUE “PEGA” PARA…
Na verdade, o que está “pegando” e impedindo, ainda, o PMDB de oficializar o apoio a Fabiano Pereira, do PSB, cedendo o nome do vice – provavelmente Tubias Calil – é a eleição proporcional.
…FECHAR A ALIANÇA
Sem o “15” (e ostentando o “40” de Fabiano) e aliado, para a Câmara, com PSB e Rede, peemedebistas temem fazer no máximo três cadeiras, talvez até duas. Já se forem sozinhos, a chance de eleger ao menos quatro edis é real. Vai daí que…
VIEIRA DA CUNHA…
Secretário de Educação, Vieira da Cunha está em férias e fora do país, inclusive. E não está no cargo no dia em que o magistério estadual entra em greve por tempo indeterminado, pra lá de descontente com o governo.
…FORA DA EDUCAÇÃO?
É cada vez mais evidente que Vieira não volta ao cargo. A greve é só um pretexto, pois o pedetista já estava desconfortável por discordar, ao menos intramuros, com a política do governo. Logo, a saída fica inevitável.





Vieira tem tudo pra ser Prefeito de POA, basta querer, tem muito mais a acrescentar.