IMPRESSA. Na coluna desta quinta, hora de tratar da reelaboração de estratégias. E é agora ou nunca mais
Você confere a seguir, na íntegra, a coluna do editor do sítio, publicada na edição desta quinta, 22 de setembro, no jornal A Razão:
Reelaborar estratégias. É agora. Ou nunca mais
Ontem foi dia de intensas e extensas reuniões entre estrategistas das chapas majoritárias. Com apenas uma semana efetiva de campanha (ao menos na mídia eletrônica) e com números quentinhos de pesquisas internas, candidatos e seus mentores trataram de se equipar com informações, para elaboração do que pode e deve ser feito até a hora do voto.
O fato é que, neste momento, ainda que publicamente ninguém fale (nem pode, sob pena de desmobilizar a militância), há já uma certa nitidez no quadro, a partir dos números que todos têm, embora não divulguem.
Quem se sente atrás busca maneiras de, primeiro, subir e, depois, encontrar um jeito de adversários caírem, embora isso seja mais difícil. Então, e resumindo a ópera, não é de se descartar uma bateria de ataques e contra-ataques. Que, porém, não podem ser muito fortes, pois virar o fio seria fatal. Sem falar que há um segundo turno por aí. E, assim, pontes podem balançar. Mas não cair. Pois é.
JÁ HÁ CONVERSAS…
Com todo o cuidado para não melindrar; afinal ainda há uma eleição em primeiro turno a ser disputada; já começaram os contatos visando a busca de apoio para a rodada final, entre as candidaturas ditas mais competitivas.
…SOBRE O 2º TURNO
Alguns alinhamentos são tidos como automáticos, seja por ideologia ou por proximidade recente. Mas outros precisam ser costurados. Com a devida cautela, como manda o figurino das negociações político-eleitorais.
A ESTATUINTE E O…
Empossados ontem os 300 delegados que irão elaborar o novo Estatuto da UFSM têm uma tarefa e tanto pela frente. Afinal, há vários pontos defasados e que precisam, mesmo, ser adequados ao novo momento do País e da Educação.
…QUE SE ESPERAR
Só o que se espera é que, não obstante a sempre salutar livre circulação das ideias, o principal não seja esquecido. Isto é, a UFSM é uma instituição bem acima de muitas vaidades. Sim, é prudente lembrar isso.





“UFSM instituição acima das vaidades”: afirmar isto é não conhecer o regime feudal que lá impera, não diferente do que acontece em muitas outras universidades públicas do país. Afinal, autonomia universitária significa que cada um pode fazer o que der na telha. Não estão lá para implementar políticas decididas democraticamente nos fóruns apropriados. Estão lá para propagar as próprias idéias políticas, para usar a infraestrutura para ganhar mais dinheiro via consultorias. Lá também existe patrimonialismo. Não é só em BSB.