PPS, a crônica de uma morte anunciada

Reunião do PPS, acontecida agora há pouco, terminou em clima de racha – por mais que o discurso oficial diga que não. Raciocine comigo, internauta: dos 13 integrantes da Executiva, dois estão afastados. Moram em Porto Alegre. Dos demais, seis decidiram que a demissão de Júlio Nunes (veja nota abaixo) fica como está, afinal quem manda no governo é o prefeito e o PPS sabia disso desde que entrou para a Administração. Em resumo, o coordenador da UAC foi rifado. E o partido vai indicar dois nomes para Valdeci Oliveira escolher (ou não) em lugar do exonerado, mesmo que noutra função.
      Os outros cinco integrantes da Executiva, ao perceberem que seriam derrotados, deixaram a reunião antes do final. O que você conclui? Isso mesmo: o partido está dividido ao meio. É o prenúncio da morte (da aliança com o PT), exatamente como desejam nacionalmente os dirigentes neocomunistas. E, aqui, vai acontecer a mesma coisa. Ou alguém pensa diferente?
      A alternativa é a transformação do PPS em PSB. Isto é, um partido sobre o qual não se sabe quem tem maioria. Parte é governo, e o restante não. E ponto final.



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