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Não custa lembrar. Yeda, prova provada de que pesquisa é importante. Mas não é eleição

Confira a seguir nota publicada na manhã de domingo, 17 de setembro de 2006:

“Eleições 2006. Rigotto e Olívio avançam e se isolam na frente, diz Ibope. Yeda fica para trás

Yeda Crusius, a candidata do PSDB ao Palácio Piratini subiu 1% (dentro da margem de erro). Seu principal oponente, o petista Olívio Dutra, do PT, que já estava na frente, cresceu ainda mais, 5%, e distanciou-se bastante da concorrente tucana. Mais que isso: se aproximou do líder, Germano Rigotto, do PMDB, que também elevou seu índice de intenção de voto em 2%, e está a 4% do petista.

Além da queda do pedetista Alceu Collares, que ficou atrás do pepista Francisco Turra, que viu aumentar significativamente o apoio eleitoral, esse é o resumo da pesquisa encomendada pelo grupo RBS, ao Ibope – que fez o levantamento entre terça e quinta-feiras, ouvindo 1,4 mil eleitores em 79 municípios gaúchos
…”

Para ler a nota na íntegra, inclusive o comentário feito à pesquisa, pela colunista de Zero Hora, Rosane de Oliveira, naquele dia, clique aqui.

 

PASSADOS EXATAMENTE 18 MESES, e a seis meses e meio de um novo pleito, este municipal, parece importante refletir sobre o que aconteceu na eleição estadual. E de como, com base nas pesquisas, apoiadores de Germano Rigotto promoveram uma enxurrada de votos em Yeda Crusius. O objetivo: retirar Olívio Dutra da disputa. O resultado: Rigotto é que ficou fora da festa. Então, fiquemos com o óbvio: eleição é, sim, importante instrumento para aferição da vontade do eleitorado. Mas não necessariamente para tentar frauda-la. O resultado pode ser funesto, como bem sentiram os peemedebistas.

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