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Não custa lembrar. Diferente do que se previa aqui, campanhas permaneceram milionárias

Confira a seguir trecho de nota que publiquei no início da noite de 18 de dezembro de 2005, um domingo:

“Vai faltar “troco” para financiar as campanhas em 2006

Sem a aprovação do financiamento público, muito falado porém não votado na Câmara dos Deputados (o que já ocorreu no Senado), e com ares de óbvia desconfiança em relação aos políticos, prevê-se campanhas pobres em 2006 – quando o País elege Presidente, Governadores, um terço dos senadores, deputados federais e estaduais.

Como não houve votação de mudanças pelos parlamentares, a restrição ao uso (e entrega) de camisetas e bottons não existe. Como também são permitidos, ainda, os showmícios. Isso, claro, se o Superior Tribunal Eleitoral não se manifestar e decidir contrariamente, quando elaborar as regras para o pleito do próximo ano. Mesmo que isso ocorra, porém, é consenso: vai faltar dinheiro. Simplesmente porque os doadores estão retraídos, inclusive os
...”

 

Para ler a íntegra, inclusive a reportagem que deu origem à nota, clique aqui.

 

PASSADOS EXATAMENTE TRÊS ANOS da publicação da nota acima, é forçoso reconhecer: não faltou troco. Campanhas milionárias foram bancadas, o que aliás só fortalece a convicção do repórter: o financiamento público é fundamental e, creia, mais barato. Mas também sobre certeza de que os parlamentares não aprovarão a medida, porque não convém a eles. Mas é algo a ser conferido.

 

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