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NÃO É BEM ASSIM. Reabilitado no Supremo, talvez a vida política de Palocci não seja tão fácil

Palocci, ao contrário do que alguns imaginavam, não terá vida fácil
Palocci, ao contrário do que alguns imaginavam, não terá vida fácil

O plano, aparentemente, era esse. O Supremo Tribunal Federal reabilitaria juridicamente Antonio Palocci, que estaria liberado para alçar novos vôos. Fosse para concorrer ao Governo de São Paulo, voltar ao Palácio do Planalto em algum cargo relevante ou, numa situação emergencial (ainda não percebida, mas…), quem sabe até ser o plano B de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República.

O fato, porém, é que não será beeem assim. Qualquer das possibilidades pode acabar se confirmando. Mas o início do papo, depois da decisão do STF, que o livrou do “caso do caseiro”, não parece muito promissor. Inclusive porque ficou a sensação de condenação, pelo resultado apertado dos ministros do Supremo. Quem analisa essa situação toda, entre outros, é Kennedy Alencar, na seção “Pensata”, publicada na versão online da Folha de São Paulo. Dê uma conferida, com a foto de Janine Moraes, da Agência Brasil. A seguir:

O futuro de Palocci

Com placar apertado, 5 a 4 no STF (Supremo Tribunal Federal), o ex-ministro Antonio Palocci Filho ficou livre de responder judicialmente pela quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa – episódio que levou à sua queda da pasta da Fazenda no final de março de 2006.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer reabilitar Palocci politicamente. Tem feito gestos nesse sentido. O ex-ministro e deputado federal foi escalado para relatar e articular projetos de interesse do governo na Câmara. Lula o escuta semanalmente sobre economia e estratégia política.

No entanto, o presidente acha que ainda falta um acerto com os eleitores, não apenas com a Justiça. Daí ter feito um acordo de bastidor com o ex-ministro: Palocci deverá ser o candidato do PT ao governo paulista no ano que vem.

O objetivo é aproveitar uma campanha majoritária no maior Estado da federação para tentar “limpar o nome”. Ou seja: usar o tempo de TV e a campanha para vender seus argumentos e tentar minimizar a imagem mortal de poderoso que prejudicou um homem do povo. Assim, poderia voltar ao jogo principal da política…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

SUGESTÃO ADICIONAL – confira aqui, se desejar, também outros artigos publicados por Kennedy Alencar na seção “Pensata”, da versão online da Folha de São Paulo.

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