Eleições 2010

AGORA OU NUNCA. José Serra joga em 2010 a sua última chance de virar presidente

A chance de Serra é agora. E não haverá outra, entende o articulista - que lhe é simpático
A chance de Serra é agora. E não haverá outra, entende o articulista - que lhe é simpático

Não deixa de ser o óbvio, inclusive pela idade. José Serra, governador de São Paulo e virtual candidato do PSDB à Presidência da República, joga em 2010 a sua última chance de ocupar o principal cargo da Nação. Quatro anos depois, com certeza, será superado por outras lideranças emergentes no tucanato, a começar pelo oponente interno de agora, o governador mineiro Aécio Neves.

Além de tudo, Serra encontra apoios claros em setores bem definidos na mídia grandona e que dão espaço para análises francamente (não necessariamente erradas) favoráveis as suas pretensões. Como essa, de Paulo Kramer, cientista político e professor da UnB que não consegue esconder, nas linhas e nas entrelinhas, sua simpatia pela candidatura do líder do PSDB, e que reproduzo a seguir. O texto foi publicado no sítio especializado Congresso em Foco e foto é de Fabio Rodrigues Pozzebom, da Agência Brasil. Confira:

Ou Serra vence em 2010 ou não vence mais

…Se eu ainda fosse marxista (toc, toc, toc na madeira!), diria que nunca como agora as condições objetivas do processo histórico estiveram tão favoráveis ao governador paulista. Pelo Brasil afora, Serra é conhecido e reconhecido como político veterano, administrador competente e, o que é mais relevante para a grande maioria dos eleitores, “pai dos genéricos”.

Quanto à candidata de Lula, afirmei, em entrevista ao semanário Brasília em Dia em fevereiro, que Dilma Rousseff dificilmente decolaria acima do percentual de votos amealhados pelo seu chefe no tempo em que este perdia todas as eleições: algo em torno de um terço do eleitorado. Mais recentemente, Carlos Montenegro, do Ibope, em depoimento à Veja (“Lula não fará seu sucessor”), e Alberto Almeida, sociólogo, autor dos livros A cabeça do brasileiro, Por que Lula e A cabeça do eleitor (publicados pela Record), em uma de suas contribuições quinzenais para o suplemento cultural de fim de semana do Valor Econômico, corroboraram minha precisão.

O segundo analista, particularmente, acertou na mosca: em pleitos sem reeleição, como o de 2010, a pessoa do candidato, seu currículo de realizações, é o que mais conta. Já com a possibilidade de recondução, o que o eleitor mediano, essa figura elusiva criada pelos cientistas políticos americanos, mais leva em consideração é o governo do presidente que luta por mais quatro anos no poder…

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

SUGESTÃO ADICIONAL – confira aqui, se desejar, também outras reportagens e artigos publicados pelo sítio especializado Congresso em Foco.

 

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