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NÃO CUSTA LEMBRAR. Se torna visível a divisão do sindicalismo docente em nível nacional

Confira a seguir trecho de nota que publiquei no início da madrugada de 18 de janeiro de 2008, uma sexta-feira:

Sindicalismo. Docentes das universidades e suas divergências internas expostas em congresso

Acontece em Goiânia o Congresso Nacional do ANDES – Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior. No encontro, há um consenso entre os delegados, que se posicionam contra a expansão do ensino superior público, “da forma como o governo federal vem fazendo, com uma série de debilidades”.

Mas sobressai, também, a divergência interna do movimento docente, desde 2005 afastada da Central Única dos Trabalhadores (CUT), considerada ‘atrelada” ao governo Lula. É sobre essas e outras questões, que se discutem na capital goiana, o material enviado aos veículos de comunicação, pela assessoria de imprensa da Seção Sindical dos Docentes da UFSM. A entidade está presente ao Congresso…”

PARA LER A ÍNTEGRA, inclusive o texto que lhe deu origem, CLIQUE AQUI.

PASSADOS EXATAMENTE DOIS ANOS da publicação da nota acima, não há sinal à vista de que o movimento sindical docente possa se unir em torno de uma única central. Mais que isso: a categoria se divide entre duas entidades nacionais. Uma, o Andes, que tem a Sedufsm de Santa Maria como sua afiliada. Outra, o chamado Proifes, que conta com menos instituições agregadas, mas nem por isso deixa de ser importante na ordem do dia, em termos nacionais.

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