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OBSERVATÓRIO. Pozzobom pensa em 2016. Antes…

O deputado estadual Jorge Pozzobom (PSDB) sabe muito bem as dificuldades que teve em 2010, para se eleger – depois de ter mudado de ideia em relação à disputa à Câmara dos Deputados, enfrentar a ira do PMDB de Cezar Schirmer e tirar votos do candidato preferido do prefeito, Tubias Calil.

Não faz quatro meses, o tucano sofreu um revés, na sua pretensão de virar prefeito de Santa Maria. Algo que imagina ser possível em 2016, especialmente num cenário em que parece inevitável a disputa em dois turnos.

Mas Pozzobom descobriu também (e disse ao colunista estar ciente dessa dificuldade) que, antes de buscar a prefeitura, precisa manter o mandato na Assembleia. O que será uma tarefa ainda mais difícil do que em 2010. Além da concorrência local, agora acrescida de no mínimo mais um (Marcelo Bisogno), talvez dois (Helen Cabral), candidato competitivo, sem contar Valdeci Oliveira (PT) e Tubias Calil (PMDB), há quase consenso que o PSDB não consiga manter a atual bancada, hoje com seis parlamentares.

Resumo da ópera: mirar 2016 é estratégico para Jorge Pozzobom. Mas, antes, ele tem a dura batalha de 2014. E põe dura nisso.

 

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