RETROSPECTIVA (5). O primeiro debate. Aquele que ninguém ganhou, cá entre nós
Para começar, tirando um confronto havido na Record, mais para o final da campanha do primeiro turno, os debates entre os candidatos à sucessão de Lula simplesmente não empolgaram sequer os militantes de cada candidato.
Ainda assim, pelo menos no confronto inicial, promovido pela Band, houve interesse. E ele acabou sendo demonstrado inclusive no sítio. A análise do trololó, a que o próprio editor não assistiu, acabou se transformando na quinta (entre as quase quatro mil) nota mais lida do ano passado. Releia e saiba por que, a seguir:
“DEBATE NA BAND. Análise: quem ganhou, quem perdeu, quem ficou no mesmo lugar
Reconheço: fiquei vendo o jogo do SCI contra o São Paulo. Uma olhadinha aqui, outra ali, no debate da Band. Acho que não perdi grande coisa, pelo que li (e li quaaase tudo) dos jornalistas que acompanharam o confronto dos presidenciáveis. Mesmo os envolvidos emocionalmente não gostaram – exceção feita aos sempre entusiasmados militantes do PSOL.
De todas as análises que li, a que me pareceu a média das opiniões (ninguém é obrigado a concordar, por favor) foi a externada pelo jornalista Ricardo Noblat. É a escolhi para sugerir aqui, como leitura de início de madrugada. Confira:
“Debate da Band – Plínio faturou
Marina Silva (PV) perdeu. Com apenas 1 minuto e 15 segundos de propaganda eleitoral no rádio e na televisão a partir do próximo dia 17, ela está obrigada a dar um show durante os debates. Saiu-se mal no primeiro. Estava nervosa…”
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