A “JUIZA”. 72 horas após anunciar “código de ética”, Globo acusa, julga e condena uma inocente. E não acontece nada?
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A história bombou na internet. Claro que a mídia tradicional ignorou. Foi uma bandalheira. Um crime contra a honra. Ou qualquer outra coisa. Quem o cometeu? A impoluta, a madona da moral, a Rede Globo de Televisão (retransmitida aqui pela RBS-TV). A vítima: uma mulher honesta. Ponto.
O que vai acontecer? Daqui alguns anos, se a vítima entrar na Justiça, será reparada. É? E quem só ouviu a acusação, o julgamento e a punição, e não a retratação? Como fica? A indignação é total. Afinal, que moral tem uma emissora (concessão pública, é bom não esquecer) para colocar na lama quem quer que seja, sem apuração alguma?
Bem, chega de discurso. Ao fato. Ele está muito bem colocado no jornal (eletrônico, claro) Sul21. A reportagem é de Felipe Prestes, com foto de Elza Fiúza, da Agência Brasil. A seguir:
““Foi mais que um erro”, diz ex-diretora da Caixa que teve falsa prisão anunciada na Globo
Às 18h10min desta terça-feira (9), Clarice Coppetti estava chegando em casa, após passar a tarde preparando uma palestra, quando recebeu a ligação de um parente desesperado. Ficou sem entender nada quando o familiar quis saber sobre sua prisão, uma vez que se encontrava em plena liberdade. Minutos mais tarde se inteirou de tudo. Por volta das 17h, uma chamada para o Jornal Nacional, da Rede Globo, anunciara a prisão da ex-vice-presidente de TI da Caixa pela Polícia Federal, que investigava irregularidades no Ministério do Turismo. A esta altura, jornalistas já telefonavam freneticamente, querendo saber sobre seu suposto envolvimento no caso de corrupção.
“Um veículo de comunicação me colocou como ré, me julgou, fazendo o papel do Judiciário, e me prendeu, fazendo o papel do Executivo. Ou seja, assumiu as funções do Estado brasileiro sem sequer procurar se informar sobre quem eu era, se eu tinha algo a ver com o Ministério do Turismo”, desabafa Coppetti, gaúcha de Ijuí, em entrevista ao Sul21.
Após assistir uma gravação da chamada, a ex-diretora da Caixa – que ainda está de quarentena e que não trabalha para o governo federal desde março – ligou para diversas instituições do governo e para a Rede Globo, tentando saber de onde partia a informação. Conversou com…”
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E o pior é que se acham os donos da verdade e ponto.
Olha o que fizeram com a assessoria da Prefeitura e com o Tarso. Depois vem dizer que os jornais do grupo RBS não rezam pela cartilha da Globo. Não é o que diz o brasão estampado na página 4 de qualquer um dos vespertinos do todo poderoso. Ta pegando mal.
Também sou um profissional da informação. Informações contábeis que são utilizadas não só pelos sócios/proprietários das empresas mas também pelos bancos, governo, fornecedores … Daí a responsabilidade da informação correta. E se estiverem incorretas? Multas, processo judicial, cassação do registro … sim, somos punidos pelo Conselho por ter infringido as “Normas”. E as normas do jornalismo? E a fiscalização dos profissionais? E a fiscalização das empresas do setor? Ah, esquecí … qualquer coisa desse tipo é “cerceamento da liberdade de imprensa”.