Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na tarde de 10 de agosto de 2011, quarta-feira:
“NOVOS TEMPOS. Acostumado com prebendas, baixo clero morre de medo de Dilma
Prebenda: “ocupação rendosa e de pouco trabalho”, como informa o Aurelião que tenho disponível. Palavra que ouvi pela primeira (e, depois, muitas vezes) da boca do saudoso professor Joél Abílio Pinto dos Santos, falecido há três ou quatro anos. Pois é dela que vivem muitos integrantes do chamado baixo clero da política brasileira.
E são exatamente esses, creia, os preocupados com a mudança dos tempos. Sim, Dilma Rousseff não tem a tolerância de Lula. Ponto. Isso faz toda a diferença. E não é ruim, não. Não há risco de governabilidade ou coisa parecida. É conversa mole. Quase beirando a chantagem. Tanto que se escondem no “off”, ao conversar com jornalistas. Simples assim. É como…”
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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, saiu há poucos dias mais uma pesquisa constatando a crescente popularidade da Presidente. E, com certeza, um dos fatores a catapultar os índices é o fato de a sociedade perceber que com Dilma não tem essa de chantagem. E ela está pouco se lixando para nanicos que vivem das tais prebendas. Ponto.





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