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OBSERVATÓRIO. SM e a revolução de 30, a calmaria

Isso é história!

1930, 4 de outubro – As manifestações de júbilo continuam noite a dentro.

Estava finda a jornada em Santa Maria, sem uma gota de sangue, ao passo que em outras cidades a vitória custara vidas e lágrimas.

Ainda uma vez a cidade ficou a dever uma grande dívida de gratidão ao bravo cel. Aníbal Garcia Barão, que hoje repousa quase anônimo em singelo túmulo no Cemitério Municipal, ao valoroso 1° R.C. e, talvez, também, ao gal. Fernando Medeiros, que, sabendo do movimento em preparativos e da possibilidade da sua prisão, não se deixou ficar entre os seus comandados, para que o fossem prender lá.

Ou foi traído pela demasiada confiança em que a ousadia dos revolucionários não chegaria a tanto, ou quis ser fiel ao seu dever, mas sem o sacrifício de vidas. Se esta hipótese foi a verdadeira, então está a razão com joão Belém, quando escreve que ao gal. Fernando Medeiros se deve o não ter havido derramamento de sangue em Santa Maria, ao eclodir a Revolução de 30.”

(Do volume 1 – 1877-1930 do livro “Cronologia Histórica de Santa Maria…”, de Romeu Beltrão, editado em 1958)

 

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