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VESTIBULAR. Adede Y Castro assume a defesa das entidades e diz que UFSM desrespeitou vestibulandos

Adede: “a instituição de ensino tem que prestar segurança jurídica para os concorrentes”
Adede: “a instituição de ensino tem que prestar segurança jurídica para os concorrentes”

Já se sabe quem representará, na Justiça, os interesses das entidades empresariais e da União Santa-mariense dos Estudantes, que desejam mudar a decisão do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFSM que, na semana passada, acabou com o concurso vestibular.

Foi contratado o Promotor de Justiça aposentado e hoje advogado, João Marcos Adede y Castro. Confira as manifestações dele, a propósito do assunto, em material que o jornal A Razão está publicando em sua edição desta sexta-feira. A reportagem é de Joyce Noronha. A foto é do Feicebuqui. Acompanhe:

Ex-promotor diz que UFSM desrespeitou vestibulandos

O ex-promotor e advogado João Marcos Adede y Castro foi contratado por quatro entidades empresariais para mover uma ação judicial pelo retorno do vestibular na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Segundo o presidente da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços (Cacism), Luiz Fernando Pacheco, o que o Sindicato dos Lojistas (Sindilojas), a Câmara de Dirigentes e Lojistas (CDL), o Sindicato Indústria Construção Civil (Sinduscon) e a própria Cacism querem é que o quadro se reverta.

Para Adede y Castro, toda a discussão que será realizada durante este processo é sobre a forma que a UFSM extinguiu o vestibular. “A instituição de ensino tem que prestar segurança jurídica para os concorrentes. Se a escolha não fosse imediata, se fosse para 2015, poderia ser melhor recebida”, argumenta o advogado.

Ele reforça que a maneira que a universidade agiu é desrespeitosa com os estudantes e com o sistema de ensino como um todo. O ex-promotor lembra que na noite de quarta-feira da semana passada, a UFSM realizou uma audiência pública para definir o mês em que o concurso seria realizado.

Já no dia seguinte, a instituição de Ensino Superior informou sobre o fim do vestibular. Conforme Adede y Castro, uma equipe de quatro advogados e dois estagiários do escritório de advocacia já começou a escrever os argumentos da ação. O objetivo é concluir o documento até a próxima quarta-feira, para seguir com o processo judiciário. A ação tem parceria com a União Santa-mariense de Estudantes (USE).”

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