CULTURA. Após 20 anos de regência e mais de 300 concertos, Enio Guerra deixa a Orquestra da UFSM

CULTURA. Após 20 anos de regência e mais de 300 concertos, Enio Guerra deixa a Orquestra da UFSM - ufsm-enio-guerra

Enio Guerra no programa “Fazendo Arte”, da Rádio Universidade: só como convidado

Como convidado, o maestro Enio Guerra se despediu oficialmente da regência da Orquestra Sinfônica de Santa Maria na última quarta-feira, em Agudo. Mas está oficialmente afastado da direção da Orquestra da UFSM, função ocupada agora por Marco Antônio Penna – que, com Alexandre Eisenberg e Cláudio Esteves, rege a sinfônica já desde agosto.

Sim, Enio Guerra deixou a batuta e mereceu, inclusive, interessante reportagem disponível na versão impressa do jornal A Razão neste final de semana, em texto assinado por Giulianno Olivar. Aqui, você confere material (assinado por Carolina De David) publicado orignalmente no sítio da UFSM, após entrevista de Guerra ao programa “Fazendo Arte”, da Rádio Universidade. Acompanhe:

O maestro se despede

Natural de Silveira Martins, aposentado desde agosto deste ano, com 39 anos de contribuição, o professor Ênio Guerra é licenciado em Música e bacharel em Trompete pela UFSM. Atuou desde 1979 na Orquestra Sinfônica de Santa Maria, primeiro como instrumentista, depois como solista e, em 1998, foi nomeado regente titular e diretor da Orquestra.

No dia 11 de dezembro, o maestro concedeu uma entrevista ao programa Fazendo Arte, na Rádio Universidade. Ênio falou sobre a decisão de se aposentar: “Eu sempre disse que, quando chegasse meu tempo, iria me dedicar à outros projetos. E, humildemente, deixo o espaço da regência para pessoas mais jovens com novos conhecimentos, com evolução”, completa ele.

Durante os 20 anos de regência, e com mais de 300 concertos no Estado, o professor agradeceu a todas as pessoas que contribuem para inserir a Universidade na comunidade, aos veículos que de comunicação, aos reitores que já passaram pela UFSM e à Rádio Universidade, pelo apoio na divulgação dos concertos da Orquestra.

Entre diversos concertos emocionantes, o maestro lembra de um em especial: a comemoração de 50 anos do curso de Música da UFSM, em junho de 2013, no Park Hotel Morotin. Nesta ocasião, foi possível reunir 80 músicos, sendo 50 ex-alunos da UFSM que atuam em outras orquestras. “Foi uma grande confraternização. Este momento vai ficar marcado, não só na minha vida, mas na vida de todos eles”, avalia.

Sobre o importância da Orquestra Sinfônica de Santa Maria, o professor destaca que um dos pontos mais importantes é o de proporcionar oportunidade aos alunos de atuarem como solistas e, depois de certo tempo, acompanhar essas pessoas desenvolvendo suas atividades como grandes instrumentistas, responsáveis, formadores de opiniões, e levando o nome da UFSM para outros estados e países…”

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