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POLÍTICA. Pimenta vai à tribuna da Câmara para relembrar as “operações abafa de FHC e do DEM”

Na discussão dos projetos que analisaram as contas de vários Presidentes da República antes de Dilma, inclusive de Fernando Henrique Cardoso, o deputado federal santa-mariense Paulo Pimenta ocupou a tribuna. E resgatou histórias publicadas na imprensa da época, acerca dos governos de Fernando Henrique Cardoso, com o apoio do Democratas, que tinha o vice-presidente, Marco Maciel.

A propósito do que disse o parlamentar, acompanhe material produzido e distribuído por sua assessoria de imprensa. A seguir:

Deputado Pimenta recorda “modus operandi” do governo FHC, quando “operações abafa” impediam investigações sobre corrupção no País

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) refrescou a memória de parlamentares tucanos e do DEM sobre o “modus operandi” dos governos FHC, período em que as “Operações Abafa” eram utilizadas sistematicamente para esconder escândalos de corrupção no País. A reação do parlamentar ocorreu na tarde desta quinta-feira (6) durante a sessão de votação que aprovou as contas do ex-presidente Lula.

O parlamentar resgatou matérias da imprensa que comprovaram, naquela época, a atuação do PSDB e do DEM para evitar que as investigações chegassem próximo à cúpula do governo FHC. Pimenta citou matéria da revista IstoÉ que relatava a estratégia dos tucanos e demistas para barrar a CPI dos Bancos.

 “Quando a Polícia Federal invadiu a casa do ex-presidente do Banco Central Francisco Lopes, na sexta-feira 16, um alarme soou no gabinete do ministro da Fazenda, Pedro Malan. Preocupado com o violento avanço das investigações que unem CPI dos Bancos, Ministério Público, Polícia Federal e imprensa, Malan tentou esfriar as acusações contra Lopes e manter o governo longe do turbilhão. Acionou o presidente Fernando Henrique Cardoso na Europa. ‘Assim é ir longe demais. Peço encarecidamente que fale com Renan Calheiros (ministro da Justiça) e Geraldo Brindeiro (procurador-geral da República) para evitar excessos’, diz o bilhete escrito de próprio punho pelo ministro e remetido imediatamente à embaixada brasileira em Lisboa, que aguardava a chegada de FHC”.

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3 Comentários

  1. Mais uma vez invoco Alda Olivier: TUDO FARINHA DO MESMO SACO !!!!! E quanto mais sujo o saco, mais ratos aparecem na volta !!!!

  2. Dois erros não fazem um acerto. Deboche e desqualificação são contraprodutivos. Mais um monte de petices que já deram o que tinham que dar.

  3. Porque é que se justifica o roubo de hoje com o roubo de ontem, e nenhum político faz nada para prevenir o roubo de amanhã ?

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