DO FEICEBUQUI. A terceirização em duas postagens, mas a terceira também se presta a ela, se bem que…
O editor tem publicado observações curtas (ou nem tanto) no seu perfil do Feicebuqui que, nem sempre, são objeto de notas aqui no sítio. Então, eventualmente as reproduzirá também para o público daqui. Como são os casos desses textos, que foram postados na rede social nas últimas horas – um deles do amigo Giorgio Forgiarini. Confira:
PARABÉNS!!!
Alguém aí tem noção do que significa a possibilidade de “terceirização sem qualquer restrição”? Inclusive você, que está aplaudindo?
Aguarde. E verá. Da pior maneira. Lamentavelmente.
EM TEMPO: do jeito que a coisa está caminhando (e é coisa, meeesmo), além de trabalhar até os 79 (se estiver vivo), por conta da reforma da previdência, TEU FILHO fará isso SEM FÉRIAS.
Quanto a você, bem, não sei se terá teu emprego, exceto se aceitar ser “terceirizado”. Parabéns!
UM EFEITO…
…“direto” da terceirização aprovada pelos deputados, na bem posta ironia de Giorgio Forgiarini:
“É óbvio que o Congresso Nacional mais desacreditado da história do Brasil estava ansiosa pela terceirização do trabalho.
Muitos de nossos parlamentares abrirão suas próprias empresas de serviços terceirizados.
Imagina só que baita negócio…, Receberão dinheiro limpinho e lavado por serviços que ninguém poderá saber se foram ou não prestados e, ainda, indicarão os seus para “trabalhar” como terceirizados…
Nepotismo no serviço público e agora também na iniciativa privada. Só entra na brincadeira quem for parente ou participa da campanha.
Se o combate à corrupção se sofistica, a própria corrupção também.
Parabéns a quem tornou isso possível.”
BORDÃO
O locutor não consigo lembrar o nome (os amigos do Esporte talvez ajudem a identificá-lo). Mas o bordão para a narração do gol não esqueci e me parece bem apropriado ao momento:
“TAÍ O QUE VOCÊ QUERIA!”





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