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NÃO CUSTA LEMBRAR. A Kiss e o tempo próprio do Judiciário – bem diferente (e maior) do que o ‘normal’

Confira a seguir trecho da nota publicada na tarde de 23 de abril de 2013, terça:

UM MÊS DEPOIS. No pós-tragédia, o que andou foi o inquérito policial. Agora, vai demorar. E não é pouco

… Uma ressalva: para as autoridades judiciárias e da promotoria, não é muito. Ou, por outra, tem um tempo próprio, que garanta o contraditório (função primordial do Estado de Direito). E está certo. No entanto, esse não é o, digamos, clamor da sociedade. Esta gostaria que tudo andasse mais rápido. E é o que motiva o título desta nota.

Ressalva feita, é fato que o inquérito policial, que demorou 55 dias (se completa hoje exatamente um mês da divulgação) e que, na opinião deste editor, foi excepcionalmente bem feito – responsabilizando aqueles que, a juízo dos indícios colhidos pelos profissionais da área, têm, sim, culpa a ser julgada. Seja em que foro for.

Dito isto, é bastante elucidativa a…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI                                     

PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, estão encerrando os depoimentos de sobreviventes da tragédia. Depois, vêm as testemunhas – de defesa e da acusação. E o processo criminal da Kiss anda, permitindo (como o Estado de Direito supõe) o amplo contraditório. Mas, não há dúvida, do ponto de vista das vítimas, é lento até demais.

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