EM DEBATE. “Assédio: resistir é preciso”. Promoção, quarta-feira, da Seção Sindical dos Docentes da UFSM

EM DEBATE. “Assédio: resistir é preciso”. Promoção, quarta-feira, da Seção Sindical dos Docentes da UFSM

Por FRITZ R. NUNES (com ilustração da J. Adams Propaganda), da Assessoria de Imprensa da Sedufsm

EM DEBATE. “Assédio: resistir é preciso”. Promoção, quarta-feira, da Seção Sindical dos Docentes da UFSM - sedufsm-cultura-seloEm sua 70ª edição desde que foi lançado, em 2005, o projeto Cultura na Sedufsm vai se debruçar, no próximo dia 9 de agosto, em um tema espinhoso, mas de ampla repercussão na atualidade: os vários tipos de assédio (sexual, moral). O evento, cujo título é “Assédio: resistir é preciso”, inicia às 19h, no Auditório Suze Scalcon da Sedufsm, e abordará o tema sob diversos ângulos. Os aspectos culturais, jurídicos e sindicais, estão entre as facetas a serem debatidas em mais essa edição do Cultura na Sedufsm.

Participam das abordagens a professora Rejane Jardim (departamento de História da UFPel); Andrea Cezne (departamento de Direito da UFSM); o professor Giovanni Frizzo (diretor do ANDES-SN) e Saritha Denardi Vatthatara, do Diretório Central de Estudantes (DCE) da UFSM. A coordenação da mesa será da professora Tatiana W. Recompensa Joseph, do curso de dança da UFSM, também diretora da Sedufsm.

Rejane Jardim, que atualmente também é diretora do sindicato docente da Federal de Pelotas (Adufpel), trará uma abordagem a partir das suas pesquisas sobre temas como feminismo, questões de gênero, além de realizar estudos na área de História das Mulheres e História Medieval.

Giovanni Frizzo, professor da UFPel, e 2º secretário do ANDES-SN, contribui com a visão sindical sobre o tema do assédio. O ANDES-SN é um dos sindicatos que têm se dedicado ao debate acerca do assunto, produzindo inclusive cartilhas e outros materiais informativos.

Andrea Cezne, do departamento de Direito da UFSM, trará as nuances relacionadas ao campo jurídico. E a mesa de debates fecha com a participação de uma representação estudantil, que ilustrará um campo ainda não totalmente visualizado, que trata da relação professor-aluno.

A atividade tem entrada franca.

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