SALA DE DEBATE. O trocão dos bancos, CAM e os nomes oficiais, uso (e porte) de armas, terceirização…

SALA DE DEBATE. O trocão dos bancos, CAM e os nomes oficiais, uso (e porte) de armas, terceirização... - sala-11

O mediador Roberto Bisogno (E), este editor e os convidados Ruy Giffoni, Giorgio Forgiagini e Eduardo Rolim (foto Gabriel Cervi Prado)

É verdade que há certa dificuldade para falar em política e, sobretudo, eleição – dadas as restrições impostas pela legislação eleitoral. Isso não significa, porém, falta de assunto aos convidados do “Sala de Debate”, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1, com a ancoragem de Roberto Bisogno e a participação deste editor.

Os convidados do dia, Ruy Giffoni, Giorgo Forgiarini e Eduardo Rolim, não pouparam “fosfato” na discussão, por exemplo, do escândalo representado pelo lucro dos bancos. Também não se escudaram em dsesculpas quaisquer para dar seu pitaco em pelo menos outros dois ou três outros assuntos que têm a ver com a cidade ou, mesmo, especificamente sobre esse dia.

São os casos da troca (triste) de nomes oficiais, quando não o completo desconhecimento, como é o caso do Centro de Atividades Múltiplas Garibaldi Pogetti, e ainda o uso (e o porte) de armas por parte dos cidadãos e a terceirização de “atividades sim”, em discussão no Supremo Tribunal Federal.

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8 comentários

  1. O Brando

    De novo os bancos? Um médico, um dentista, um advogado e um administrador. Se estivessem debatendo a sonda que Nasa enviou para estudar o sol teria o mesmo efeito.
    Bancos são da economia, não da administração. Tentando o ‘apelo à autoridade’.
    Função dos bancos não é só esta e não vão mudar só por causa das ‘idéias’ alucinadas do editor. Banco também serve como depósito de valores, não é só intermediação financeira.
    Editor chutando quando a informação é disponível. Basta ler o release do banco. Receitas com serviços e tarifas bancarias do Banrisul no primeiro semestre: cerca de 930 milhões. Só que tem o resto. Despesas com provisão para operações de crédito: 582 milhões (porque periga não receber). Despesas com intermediação financeira: 2,5 bilhões. Despesas administrativas: 1,8 bilhão.
    Investidores em fundos não tem ‘dispensa de tarifas bancárias’. Todo banco cobra taxas de administração dos fundos de investimento e não é pouco dinheiro. Tanto que o resultado bruto da intermediação financeira é dois bilhões.

  2. O Brando

    Se gosta de ver o papelzinho problema não é do banco. Poderia ver de graça no internet banking.
    Quem regulamenta quais são os serviços que os bancos podem cobrar é o BC. Serviços essenciais não podem ser cobrados.
    Regras sociais e econômicas que só existem na cabeça de alguns. Estimativa de quem? Mais chute.
    Os 12% ao ano da CF foram revogados pela emenda constitucional 40. Nunca funcionou porque precisava de regulamentação.
    As sete maiores empresas do mundo não são bancos.
    Parecem disco riscado. Dilma, a humilde e capaz, reduziu juros dos bancos públicos em 2012. No crédito pessoal (setembro daquele ano) a Caixa cobrava 1,84% e o Banco do Brasil cobrava 2,19% (ao mês ambos). Quem chegava mais perto era o Santander que cobrava 3,35% a.m.. Como dinheiro não dá em árvore injetou grana do BNDES nas instituições. Lastreada em dívida. Deu no que deu.
    Raposa cuidando do galinheiro (chavão batido) não funciona, melhor colocar uma galinha para cuidar das raposas.
    Não vai haver privatização da CEF. Quem teria dinheiro para comprar acharia mais fácil abrir outro banco, seria mais barato e traria menos incomodação.

  3. O Brando

    Ao fim e ao cabo esta história é igual a muitas outras. Soluções simples para problemas complexos. Políticos vêm com uma história triste e dizem ‘existe um monte de dinheiro em tal lugar’, no caso os bancos. ‘Vamos pegar este dinheiro e resolver todos os problemas’. Bem simples, se pegarem todo o dinheiro dos bancos e entregarem para um político imbecil, ele vai torrar o dinheiro, não vai resolver coisa nenhuma e ainda vai quebrar o sistema financeiro.
    Há o pessoal do moto perpétuo econômico. Vamos pegar todo o dinheiro e dar para a população gastar. População consumindo ‘reativa a economia’, as empresas investem e contratam, ‘seus problemas acabaram’. A bolha de 2008 que estourou nos EUA foi baseada em dívida podre, crédito para gente que não podia pagar. Dilma incentivou o consumo em 2011 e 2012, basta ver o noticiário econômico da época. Ou seja, se jogar todo o dinheiro dos bancos no consumo, em dois anos estaremos exatamente onde estamos hoje. Diferença seria o sistema financeiro quebrado.

  4. O Brando

    O nome oficial do Bombril não interessa. É picuinha. Pode insistir e encher o saco o quanto quiser, não é porque fica repetindo que alguém vai mudar de idéia.
    Outra picuinha, quem presta atenção em nominata de site da CV?

  5. O Brando

    Advogados gostam do ‘gente de bem’. Problema deles, ninguém vai mudar de idéia por causa deste mimimi.
    Um dos problemas do judiciário é ter que sustentar um número cada vez maior de advogados.
    Diferença entre andar armado e ficar parado armado? Pensou nisto sozinho ou pediu ajuda aos ‘universitários’?
    As coisas têm a importância que se coloca nelas. Retroescavadeira por conta do ancora. Para outros é hilário.
    Para quem não notou, estamos no Brasil. Só porque a lei diz algo não quer dizer que corresponda a realidade. Devem existir muito mais armas ‘frias’ por aí na mão de particulares que não são bandidos profissionais. Preferem correr o risco de acabar no presídio a andar desarmados. Mais mercado para os advogados diga-se de passagem.

  6. O Brando

    Começou a chutação novamente. Só porque a lei permite não quer dizer que vai acontecer, economicamente tem que fazer sentido.
    Empresa de transporte contratando motoristas terceirizados não tem pé nem cabeça. Empresa que fornece mão de obra se mete em problemas e o dono da empresa de transporte fica sem pai nem mãe.
    Instituições privadas geralmente têm professores horistas. Para que incluir um intermediário no pacote? Empresa para fornecer mão de obra para ter viabilidade têm que fornecer para mais de um cliente.
    Universidades privadas têm que ter um terço do corpo docente com mestrado e doutorado e um terço contratado em tempo integral. Centros Universitários têm que ter um terço com mestrado e doutorado e um quinto contratado em tempo integral.
    Lei de terceirização em questão só regula relação de terceirização entre empresas particulares. Serviço público não tem nada ver com isto.

  7. O Brando

    Joãozinho do passo certo, todo mundo está errado, menos ele.
    Editor e seus pitacos desinformados. Greve dos caminhoneiros foi um ‘infarto’ na economia do país. As previsões de crescimento do início do ano estavam exageradas, até me perguntava de onde tiravam 3% com aqueles números (lá em janeiro), excesso de otimismo. Existem efeitos que a população em geral não está ciente, mercado futuro, formação de preços, etc.
    Existem cooperativas usando caminhões próprios, dos associados, trem, etc. Não foi só os autônomos que perderam, as empresas também tem dificuldade de cobrar a tabela.
    Não, como autônomos estavam quase pagando para trabalhar. Agora vão ficar sem emprego mesmo, empresas não vão contratar, não tem essa de 10 vezes menos.
    Mais pitaco desinformado.

  8. O Brando

    Jornalista autônomo geralmente é micro empresário individual. O resto é problema inventado na base do chute. Tem muito advogado na mesma situação, muito dentista, contador, etc. Seria muito otimismo sentar numa cadeira e ‘adivinhar’ corretamente os problemas que existem por aí ou ‘adivinhar’ soluções.
    O cara é chato, lá vem o papo das farmácias de novo. Vamos criar uma lei que farmácia só pode vender remédio.
    Tem até amiga da Dilma, a humilde e capaz, que espinafrou o Diogo Mainardi (e foi muito incensado por isto) que tem uma loja-banco.
    Para registro. Frase final de um comentário que fiz em 03/06/2018 às 11:24 aqui neste blog; “Caminhoneiros podem esperar, o que é deles está guardado. Não vai ser rápido e nem logo em seguida, mas quem viver verá.” Errei, foi mais rápido que pensava.

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