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O FUTURO. Ex-auxiliar de Temer, Osmar Terra vai servir ao governo Bolsonaro. E MDB segue no poder

Osmar Terra, deputado reeleito, foi escolhido para comandar o Ministério da Cidadania e Ação Social, engordado de Cultura e Esporte

Do Correio do Povo, com informações do portal R7 e da Agência Brasil e foto de MARCELO CAMARGO

O deputado Osmar Gasparini Terra (MDB-RS) ocupará o Ministério da Cidadania e Ação Social. A indicação foi confirmada pelo futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, nesta quarta-feira. O ministério será responsável por programas como o Bolsa Família e vai fundir as atribuições dos ministérios do Esporte, da Cultura, além da Secretaria Nacional de Política sobre Drogas (Senad), vinculada atualmente ao Ministério da Justiça.

Nascido em Porto Alegre, o gaúcho foi escolhido, em 2016, pelo presidente Michel Temer para ocupar o Ministério do Desenvolvimento Social, pasta que voltará a comandar a partir de 1º de janeiro de 2019.

O futuro ministro tem como uma de suas bandeiras na Câmara a oposição às propostas que pregam a liberação das drogas no Brasil. Segundo ele, a violência aumentou nos países onde a proposta foi aprovada.

Terra é formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especializado em Saúde Perinatal, Educação e Desenvolvimento do Bebê na Universidade de Brasília (UnB). O deputado ainda possui mestrado em Neurociência pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

Filiado ao MDB desde 1986, Terra foi eleito prefeito da cidade de Santa Rosa (RS) em 1992 e ocupou uma cadeira de suplente na Câmara dos Deputados entre 2001 e 2003. Em 2007, conquistou uma vaga como deputado federal titular pelo Rio Grande do Sul. Agora, está em seu quinto mandato na Casa.

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Um Comentário

  1. Há controvérsias. Para começo de conversa não existe um único PMDB. Renan Calheiros estava abraçado com o PT, Eunicio Oliveira idem. A ilação é do militante enrustido, dizer que o PMDB do Temer continua no poder, logo o governo que ainda não tomou posse é continuação do que existe agora.
    Existe uma campanha (pleonasmo: orquestrada) dos vermelhinhos para desgastar o governo Bolsonaro antes de começar.

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