SALA DE DEBATE. O novo cara do Enem, o autoexílio de Jean Wyllys, a Havan na cidade e questões urbanas

SALA DE DEBATE. O novo cara do Enem, o autoexílio de Jean Wyllys, a Havan na cidade e questões urbanas

SALA DE DEBATE. O novo cara do Enem, o autoexílio de Jean Wyllys, a Havan na cidade e questões urbanas - sala-5

Este editor (E), na mediação, e os convidados: Orlando Fonseca, Ricardo Blattes e Antonio Carlos Lemos (foto Gabriel Cervi Prado)

Um mix bastante variado de temas marcou o “Sala de Debate” de hoje, entre meio dia e 1 e meia da tarde, na Rádio Antena 1, com a mediação deste editor. Dentre os assuntos discutidos pelos convidados, Orlando Fonseca, Ricardo Blattes e Antonio Carlos Lemos, quatro deles acabaram por se destacar – inclusive com a participação dos ouvintes via WhatsApp. O primeiro a ser tratado foi a gafe cometida pelo presidente do organismo que organiza o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), que errou o plural da palavra cidadão.

Mas, claro, nem foi a questão mais importante tratada pelos convidados, incluídas situações rigorosamente urbanos e locais. O que “pegou” mesmo, no “Sala” de hoje, foram dois outros assuntos: o autoexílio do deputado federal Jean Wyllys, do PSOL, e a vinda da varejista catarinense Havan, que pretende instalar-se em Santa Maria.

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3 comentários

  1. Hamlet Simon

    Santa Maria possui um grupo de empresários retrogrados e incompetentes, cujo unico projeto é manter o seu status quo (ou seus parcos ganhos), em detrimento a livre concorrência. Estes empresarios a muitos anos justificam suas horriveis lojas e produtos alegando que o santamariense não compra na cidade……. se não compra, qual a intensão da Havan???

    Vejam o que este grupo investidor esta fazendo em outras localidades……
    Alguém já falou sobre o “complexo Toropi” ? PCHs? Pequenas hidreletricas com baixo impacto
    no meio ambiente com a intensão de acabar com a Termoelétricas ? Sabem para onde esta
    energia vai ser canalizadas através de linhas de transmissão também feita pela iniciativa privada??
    Por coincidência para Santa Maria !!

    Santa Maria possui um parcela da população com ideias corporativistas, principalmente na UFSM, onde a ideia do “coletivo” é o da entidade e não da cidade.

    Exemplos: Quando a GM implantou a sua fabrica em Gravatai, propôs à UFSM uma parceria para implantar uma escola ligada à industria do automóvel, envolvendo a Engenharia Mecânica, Eletrica, etc……e quando tudo estava pronto para o projeto colocar Santa Maria em um outro patamar, o grupo de oposição dentro da UFSM fez de tudo para não sair, pois isto daria “poder”
    aos idealizadores. Ou seja, a ideia ou projeto não é meu, não pode sair.

    Em resumo: Enquanto estivermos nas mãos de entidades “representativas” como a Cacism, sindicatos que não olham o desemprego e o futuro, nossa Santa Maria será mais da mesma…

    Sem industrias, sem polo logistico (até mesmo um EADI) e sem investimentos.

    Parabéns a todos.

    PS: Sou Santamariense e retornei ao torrão após 30 anos pelo mundo…..e nada mudou.

  2. O Brando

    Não é de se perder tempo ouvindo.
    Comentar erro de português é coisa de programa de fofoca, existem muitas nulidades com português perfeito por aí.
    Jean Wyllys, o cuspidor, teve 145 mil votos em 2014 (pouco menos). Em 2018 Chico Alencar, mentor da referida pessoa, foi candidato ao senado e não logrou êxito. Jean teve pouco mais de 24 mil votos. Ameaças, verdadeiras ou não, vão torna-lo um ‘herói da resistência’ lá fora, faz algum curso e na volta arruma uma banca ‘cumpanheira’ em alguma federal por aí. Alás, tem muita gente convenientemente esquecendo do Clodovil.
    Suplente é um tal David Miranda (pouco mais de 17 mil votos). É companheiro de Glenn Greenwald famoso pela história dos grampos americanos e um dos principais disseminadores da ‘narrativa’ do ‘golpe’ no exterior.

  3. O Brando

    Paralelo ao caso Wyllys. O diretor José Padilha, do Tropa de Elite, comparou o filho do B17 a um chefe de milícia dos seus filmes
    Flávio B17 de fato arrumou uma medalha para o tal miliciano que de fato estava preso. Detalhe que faltou, ele era capitão do BOPE, ou seja, uma espécie de ‘Capitão Nascimento’ e estava preso sob acusação de homicídio junto com outros policiais, acabou absolvido e solto. No caso, para provar que ‘a vida imita a arte’, o tal ‘Capitão Nascimento’ alegadamente virou miliciano. ou envolveu-se com a milícia.
    Resumo da opera é que já se sabe o rumo que a ‘narrativa’ iria tomar. Já o caso da ‘rachadinha’ é outra história completamente diferente.
    Caso da Havan é simples, ‘capitalistas’ tupiniquins gostam de reserva de mercado e dinheiro público barato, preferencialmente de graça. Não é diferente na aldeia, inclusive em algumas incubadoras por aí. Pessoal do ‘é bom porque é daqui’ (tão bom que não suporta concorrência) fica apelando para uma espécie de bairrismo, ‘precisamos defender os donos de lojinhas da aldeia’. Só dando risada.

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