Política

TENHO DITO! Moções, Havan… Confira as principais declarações da semana entre lideranças e leitores

Vereadora Luci Duartes alega que é contrária a influência de partidos políticos nas escolas. Foto Foto Taísa Medeiros

Por Maiquel Rosauro

1. “Sabemos que não teremos uma tarefa fácil, pois trata-se de interesses empresariais e trabalhistas. Mas não podemos aceitar que a grande maioria da sociedade seja prejudicada por interesses de classes”.
Vereador João Kaus (MDB), sobre a vinda da Havan para Santa Maria.

 

2. “O Poder Executivo, Legislativo, Entidades Empresariais, Sindilojas e o Sindicato dos Funcionários do Comércio, bem como a sociedade em geral, são todos favoráveis a vinda da Havan, já que todos seremos beneficiados com a sua instalação. Porém, é importante que se respeite os acordos feitos entre os Sindicatos Patronal e Laboral, pois são os representantes legítimos das categorias”.
Vereador Cezar Gehm (MDB), também comentando sobre a intenção da Havan em se instalar em Santa Maria.

 

3. “Eu propus esta alteração no Regimento, solicitando a redução no número de moções, justamente para dar mais agilidade às sessões. Espero que os vereadores façam uma seleção mais rigorosa dos homenageados, porque minha proposição foi exatamente com este objetivo”.
Vereador Valdir Oliveira (PT), sobre o fim do Festival de Moções no Legislativo. Ano passado, cada edil poderia defender 15. Este ano, cada parlamentar pode defender três por semestre.

 

4. “O PT vai ter candidato a prefeito. Isso é certo”.
Valdir Oliveira, cravando que o PT terá candidato à Prefeitura em 2020. Nome deve ser escolhido no mês de abril deste ano.

 

5. “Eu sou contra a influência de partidos políticos dentro de qualquer escola. Independente de ser partido de direita ou de esquerda. E o que vi dentro da Câmara naquela ocasião foi exatamente o contrário. Meu voto seria contra a moção, mas os atos ali apresentados foram exatamente o contrário do que defendo. Vi partidos políticos se manifestarem de forma antidemocrática”.
Vereadora Luci Duartes – Tia da Moto (PDT) explicando porque votou a favor da moção em apoio ao projeto Escola Sem Partido, ano passado.

 

6. “Escola sem mordaça não significa escola com partido. Não aceito que um professor de ‘direita’ ou um de ‘esquerda’ obriguem seus educandos a serem de sua mesma ideologia”.
Luci Duartes, agora explicando porque protocolou uma moção de apoio ao projeto Escola Sem Mordaça.

 

7. “Quer ficar ‘bem’ com o maior número de pessoas possível?”.
O Brando, leitor do site, questionando a postura da Luci em relação as moções aos projetos Escola Sem Partido e Escola Sem Mordaça.

 

8. “A vereadora ganharia se não se envolvesse mais nesse tipo de discussão. O projeto que ela propõe apoiar é da deputada federal Talíria Petrone, do PSOL, partido cujos integrantes ela afirma terem se manifestado de forma antidemocrática na Câmara de Vereadores. É um comportamento esquizofrênico, pois há uma clara oposição entre as duas propostas, que ela finge não ver por pura conveniência”.
Marcia, leitora do site, também comentando sobre as moções e a vereadora Luci.

 

9. “Os políticos brasileiros tendem a achar que dinheiro público é dinheiro próprio. Eu não penso assim e isso não faz parte da minha criação. Penso que dinheiro público deve ser tratado com cuidado redobrado, pois uma má utilização aqui acarreta em falta de verbas para setores importantes da sociedade”.
Vereador Juliano Soares – Juba (PSDB), sobre o uso da cota de gabinete e de diárias. O tucano é o vereador mais econômico de Santa Maria.

 

10. “Importante salientar e levantar que o gabinete que tem o maior custo também é o gabinete mais ativo nas comunidades de Santa Maria, via projetos de Gabinete no Bairro, e também com diversas agendas em Porto Alegre e Brasília o que resultou no meu gabinete ter sido o que trouxe maiores recursos para a cidade com projetos e emendas constitucionais. Logo, se faz necessária uma abordagem profunda e não superficial no momento em que se mede o custo benefício”.
Vereador Jorge Trindade – Jorjão (REDE), explicando porque seu gabinete possui o custo mais elevado do Parlamento santa-mariense.

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2 Comentários

  1. Acho estranho o apoio para vinda da LOJA. Pelo visto os empresários que aqui estão são pouco ambiciosos e não querem abrir nos finais de semana.
    Tambem há possibilidade de que o Vereador Kaus não se solidarizou com quem quis/queria/quer.
    O apoio especifico para a LOJA da Estátua é interessante. Coloca em segundo plano a realidade de Santa Maria.
    Uma possibilidade rende maior apoio que as realidades.
    Quem já gera emprego, renda e impostos perdendo protagonismo para quem pode vir.

  2. O problema não é a loja, para o empresário tanta faz, já está cheio d a grana, não precisa de Santa Maria. Problema é a mentalidade da aldeia, o capitalismo de ‘parcerias’ e baixo risco, o lobby (ou lobbies) que tiraram do poder público a definição do horário de funcionamento das atividades comerciais.
    Se os políticos brasileiros achassem que o dinheiro público é dinheiro próprio seriam mais ‘mão-de-vaca’. O desperdício foi legalizado e o dinheiro é disponibilizado independentemente de qualquer esforço útil, vinculado a resultados, dos agentes políticos.

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