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ARTIGO. A RSC 287 e o funcionamento pleno do Hospital Regional, assuntos para Jorge Pozzobom

Santa Maria não é uma ilha!

Por JORGE POZZOBOM (*)

Governar uma cidade do porte de Santa Maria, a quinta maior do Rio Grande do Sul, significa ter uma responsabilidade que vai muito além dos 270 mil habitantes que vivem e trabalham no Coração do Rio Grande. Santa Maria é uma capital regional, tem um papel fundamental no desenvolvimento, não apenas da Região Central, mas, também, da Fronteira Oeste, da Campanha, do Vale do Jaguari e do Vale do Rio Pardo, por exemplo. E, por isso, os temas relevantes para todos os municípios que compõem essas regiões são, obrigatoriamente, temas que interessam e que exigem um protagonismo de Santa Maria. Oportunamente, há duas questões que estão sendo tratadas neste momento, em âmbito estadual e federal, e que estamos tomando a frente nas tratativas: a duplicação da RSC-287 e o pleno funcionamento do Hospital Regional. Assuntos que interessam aos municípios do Interior. Assuntos que, como prefeito de Santa Maria, estou acompanhando muito de perto.

Na manhã desta segunda-feira (25), o governador Eduardo Leite LANÇOU, em uma cerimônia no Palácio Piratini, em Porto Alegre, o RS Parcerias, um projeto que envolve tanto concessões quanto parcerias público-privadas (PPPs), e que tem, como um dos primeiros objetos, a concessão da rodovia 287. É apenas por meio desse mecanismo que será possível viabilizar os recursos necessários para concretizar a duplicação desta estrada, que é a principal ligação entre toda a nossa imensa região e a Capital do Estado. Sonhamos, reivindicamos e lutamos pela duplicação da 287, porque ela diz respeito não apenas a uma questão econômica, de desenvolvimento e de turismo, mas, acima de tudo, a uma questão de segurança. Tratamos diretamente deste tema com o governador Eduardo Leite e estivemos lá, juntamente com um time de secretários municipais, de vereadores e de empresários para celebrar esta grande conquista.

Outra boa notícia aguardada ansiosamente pelos municípios do Interior e que estamos tratando, tanto com o Governo Estadual quanto com o Governo Federal, é a ampliação dos atendimentos no Hospital Regional. O ambulatório, que já está em funcionamento desde julho do ano passado, recebendo pacientes hipertensos e diabéticos, precisa, urgentemente, aumentar a sua capacidade. E, o mais importante: precisamos, urgentemente, também, que sejam abertos os primeiros leitos de internação. Na semana passada, o secretário de Saúde, Dr. Francisco Harrison, e eu participamos de uma reunião em Porto Alegre, quando o Instituto de Cardiologia, enfim, apresentou, detalhadamente, a planilha de custos para abertura e funcionamento de 130 leitos do hospital. São necessários R$ 72 milhões para compra de equipamentos e mobiliário e, depois, cerca de R$ 8 milhões mensais para custeio (salários de profissionais, material de uso diário, medicamentos, etc). Agora, a nossa missão é buscar esses valores junto ao Governo Federal para que o Hospital Regional passe a funcionar na sua capacidade máxima o mais rápido possível. Já nos primeiros dias do mês de abril, estaremos tratando disso em Brasília.

Em 2016, ainda durante a campanha eleitoral, eu disse e repeti diversas vezes que o prefeito de uma cidade como Santa Maria precisava ter capacidade de diálogo e trânsito em todas as esferas de governo. Disputas partidárias e discursos raivosos não contribuem em nada. Pelo contrário! Não podemos nos isolar politicamente. Santa Maria não é uma ilha!

(*) JORGE POZZOBOM é o Prefeito Municipal de Santa Maria. Sua trajetória como agente político começou com dois mandatos de vereador, tendo depois se alçado, pelo voto popular, à Assembleia Legislativa. Em meio ao segundo período, em 2016, foi eleito para conduzir o Executivo santa-mariense. Ele escreve no site às terças-feiras.

OBSERVAÇÃO DO EDITOR: a foto que ilustra esse artigo (do lançamento do projeto RS Parcerias) é de Deise Fachin, da Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal.

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