SALA DE DEBATE. O comércio nos feriados, a viagem de Jair Bolsonaro, nossas RSs e a possível concessão

SALA DE DEBATE. O comércio nos feriados, a viagem de Jair Bolsonaro, nossas RSs e a possível concessão

SALA DE DEBATE. O comércio nos feriados, a viagem de Jair Bolsonaro, nossas RSs e a possível concessão - sala-10

O mediador Roberto Bisogno (C), este editor e o convidado desta terça-feira, Péricles Lamartine Palma da Costa (foto Gabriel Cervi Prado)

É possível dizer que a visita (e sobretudo o que ele fez e ainda faz por lá) do Presidente Jair Bolsonaro foi o grande assunto. Ou pelo menos o que demandou a maior quantidade de tempo, no “Sala de Debate” desta terça-feira, entre meio dia e 1 e meia, na Rádio Antena 1. Uma postura, na média, crítica dos participantes do programa, acerca das atitudes presidenciais em território ianque.

Mas houve mais, no “Sala”, que teve a mediação de Roberto Bisogno, grande interação com ouvintes e a participação deste editor e do convidado do dia, Péricles Lamartine Palma da Costa. Aqui, destaque para dois temas. Um o acordo em vias de ser chancelado, de abertura do comércio em 10 feriados no ano, em muito por provocação da possível (provável) instalação por aqui, da Havan, o grande bazar catarinense. O outro assunto foi a situação ruim das estradas, especialmente a RSC 287, que liga Santa Maria a Porto Alegre, os pedágios e a concessão à iniciativa privada.

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6 comentários

  1. O Brando

    Já vi na mídia local gente graúda ligada a instituições lojistas reclamando do deslocamento da população (feriados inclusive) para Rivera (na época do dólar mais camarada). Segundo a figura deveriam ‘prestigiar’ o comércio local.
    Na época da mudança do plano diretor vi gente escandalizada, mas não com tanta ‘ênfase’. Por que será?
    Filhas de militares são a parcela mais visível, pagam o pato. Famosa atriz global não casou. Filha de um finado procurador de justiça em São Paulo. Vamos combinar que não deve ser o único caso e nem deve ser o único estado no qual acontece isto. Ganha algo como 22 mil, semelhante ao salário inicial de um procurador da fazenda nacional, por exemplo. Algo que os mais capazes conseguem com vinte e poucos anos. Salário inicial de um tenente é 9 mil reais. Soldo básico de um general de exército (final de carreira) é algo como 14 mil reais, tem que jogar muita gratificação em cima para chegar naquele patamar. Já comentei do número de oficiais largando a farda. Também a segunda chamada em escolas militares. Hoje em dia chamam os milicos para muita coisa. No futuro irão chamar e quem estiver vivo vai ver o que aparece.

  2. O Brando

    Não fui, não tenho pretensão de ir (e dinheiro) e tenho raiva de quem foi. Por outro lado, França, Alemanha, Itália, Hungria e Grécia não precisam de visto. Agora, bundas-moles que gostam de ir para certos lugares para colocar fotos nas redes sociais para mostrar para os amigos tem mais é que ‘se ralar’.
    Reciprocidade é um conceito abstrato. A era é de pragmatismo.
    A ’empatia’ virou um estorvo. Serve para gente meter o bedelho onde não é chamada. Serve também para os nós-cegos sentirem-se ofendidos em nome de terceiros.
    Humilhação? Não creio, grande parcela da população tupiniquim não tem motivo para tira visto para os EUA.
    Problemas da burguesia nacional virou um problema de soberania.

  3. O Brando

    Imigração europeia foi recrutada, alemães e italianos, não foram ‘mandados’. Alás, tem muita gente requisitando cidadania italiana não porque queira voltar para a Itália (que está na m.), mas porque pode requisitar passaporte europeu.
    Escória? Editor é meio gringo, não é?
    Sim, 125 mil cubanos abandonaram o país. Os 100 mil honestos saíram de Cuba porque não aguentavam a boa vida no comunismo.
    Até parece que o Brasil nega visto de entrada a rodo. Número de turistas aumentando só o tempo dirá.
    Planeta, para quem não notou ainda, está de cabeça para baixo. Itamaraty está na base do ‘fazemos assim porque sempre foi feito assim e é o único jeito certo de fazer’. Logo não interessa se é técnico ou político, o importante é que vai mudar.
    Argentina já foi um país desenvolvido no inicio do século passado. Está em decadência desde então. Para quem fica do lado de cá da fronteira, quase toda pirraça contra as criaturas é coisa da Globo.
    ‘Muito apressados’, mas é um gênio, deveria estar no Itamaraty. Mercosul tem 27 anos, é de 91. O mercado comum europeu é de 93.

  4. O Brando

    Comunidade Europeia, bom lembrar, está num balança mas não cai.
    Argentina ganhou alguns reais de obras financiadas pelo BNDES. Já ameaçou importar peças da China e mandar as fabricas brasileiras as favas. Já saiu financiamento a juros subsidiados para montadoras exportarem para o citado país. Dizem as más línguas que já importaram outras coisas da China e mandaram a tarifa externa comum ás favas. Como era no governo petista nada disto tinha importância. O que pega agora é a decadência, quem quer um abraço de afogado?
    Base de Alcântara no Maranhão era para ser expandida. Do nada surgiram ‘comunidades quilambolas’ e nada pode ser feito. Havia um acordo com a Ucrânia, mas como Dilma, a humilde e capaz, andava de braço com Putin não saiu do papel.

  5. O Brando

    Se o muro não tem nada a ver, por que é assunto no programa? Alás, puxa outro assunto. Trump queria tirar tropas da Siria a toque de caixa. Cortar custos. Motivo? Decretar emergência e redirecionar recursos do orçamento para construir o tal muro. De onde sairia o grosso das verbas? Da defesa. Imprensa continua insistindo na bobagem de uma invasão a Venezuela. Que não sai de graça. Até o petróleo que os americanos compravam já está indo para a India. Tem mais. Mourão largou um ‘vai ter que ter um plano Marshall na Venezuela’. Não sei com que dinheiro, mas é outro motivo para não invadir.
    Esta é boa, o mesmo cara que insinuava que Mourão queria dar o golpe noutra semana agora reclama do filho do B17 ficar cuidando da casinha.
    Jornalista formado na UFSM sabe até o sonho dos outros. O ‘cara’ tá preso! Ao menos por enquanto.

  6. O Brando

    Noticia de Olajornal. Números de 2017. Praça de Venâncio arrecadou 28 milhões e desembolsou 27 milhões. Candelária teve prejuízo, arrecadou 17,5 milhões e desembolsou 22,6 milhões. Ocorreu reajuste de tarifa em outubro daquele ano.
    O lucro de 7,5 milhões seria dos dois postos de pedágio. Uns três pareceres de ex-ministro do STF, dos pequenos, umas 50 páginas.
    Tem lógica o movimento entre Santa Cruz e POA é bem maior do que no trecho SM até Santa Cruz. Se não tem movimento, a duplicação não se justifica. Do meu ponto de vista não existe informação nova sobre o caso.
    EGR, agradeçam a Tarso, o intelectual.
    Em tempo. Muro em Israel não tem nada a ver com o americano. Atentados suicidas a bomba foram a zero por lá.
    Em tempo. China, antes que alguém mencione, mantém algumas centenas de milhares da minoria Uyghur (minoria muçulmana etnicamente turca). alguns falam em milhão, internados em campos de ‘reeducação’. Ou seja, demonizar um país e canonizar outro não é o caso.

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