SALA DE DEBATE. O porte (liberalizado) de armas, corte de verbas na UFSM, as presas e o Dia das Mães

SALA DE DEBATE. O porte (liberalizado) de armas, corte de verbas na UFSM, as presas e o Dia das Mães

SALA DE DEBATE. O porte (liberalizado) de armas, corte de verbas na UFSM, as presas e o Dia das Mães - sala-5

Editor (E), mediador (E) e convidados: Alfran Caputi, Elizabeth Copetti, Eni Celidonio e João Marcos Adede Y Castro (foto Gabriel C. Prado)

Não poderia ser diferente, cá entre nós: os assuntos do dia (ou da conjuntura, para ser, talvez, mais preciso) foram os predominantes entre os participantes de hoje do “Sala de Debate”, na Rádio Antena 1, com a mediação de Roberto Bisogno. Aliás, um programa com muita interatividade o desta quarta-feira, dia em que, além deste editor, os convidados debatedores foram Alfran Caputi, Elizabeth Copetti, Eni Celidonio e João Marcos Adede Y Castro.

Mas, do que se tratou mesmo? Claro que o decreto do presidente Jair Bolsonaro, que liberou o porte de armas para um punhado de categorias, inclusive advogados e jornalistas (que cobrem a área policial), ganhou espaço. Como também manteve-se em alta a discussão sobre o corte de verbas orçamentárias das Universidades e Institutos Federais. E, provocado inclusive por uma ouvinte, também mereceu atenção a decisão, que é determinada pela lei, de liberação de presas no Dia das Mães.

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6 comentários

  1. O Brando

    Rico de um epitáfio: Alfran….Kaputt!
    Obvio que não. Alfran é oficial da reserva, um advogado e uma advogada (ambos com inscrição na Ordem). Profissional de imprensa só os que atuam na cobertura policial, o que tem que ser comprovado.
    Quem vai dizer que não é da área policial? O delegado da policia federal.
    Argumento do carro é falacioso. Veículo embora possa causar óbito não é produzido com esta finalidade. Armas são produzidas para prática esportiva. caça e defesa (própria e terceiros), sendo que esta última finalidade pode resultar em lesão grave e morte.
    Quem puder ler o decreto que leia e tire conclusões. Quem não puder que procure fontes confiáveis, não pessoas que distorcem as informações com fins ideológicos.

  2. O Brando

    Kuakuakuakuakua! Algum imbecil medito a esperto largou perto do editor que B17 era tenente para ‘desqualifica-lo’, militante enrustido foi lá e engoliu com casca e tudo. Quando B17 deu entrevista a Veja reclamando dos salários (o que liquidou com sua carreira) era aluno da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais. Esta escola é frequentada por capitães, habilita ao Estado-Maior de batalhões e comando de companhias independentes.
    Sujeito ficou no exército de 73 a 88, 15 anos. De 89 para cá é político.
    Sujeito quando chega a major tem que passar por um filtro e fazer a Escola de Comando e Estado Maior. Fazem um curso de preparação e depois um concurso. Não sei como está agora, o curso de formação tinha perto de 3 mil horas. Currículo vai desde relações internacionais até comunicação social (mais economia, história, geografia, etc.). Alguns ainda fazem cursos de altos estudos, muitos no exterior, cursos de graduação e pós-graduação civis e falam no mínimo um idioma estrangeiro. Santos Cruz, por exemplo, é engenheiro civil e fala três ou quatro idiomas (e ainda tem que ouvir m. do Olavo).

  3. O Brando

    B17 morou no Mato Grosso também. Oficial de carreira tem que pagar alguns anos nos cafundós.
    Vermelhinhos são bastante rápidos em dizer o que os outros não podem fazer ou não podem falar.
    Corte é nas despesas discricionárias, obrigatórias não foram atingidas.
    Engraçado é que no Rio de Janeiro também existe lei que proíbe fogos de artifício que fazem barulho.

  4. O Brando

    Conheci a figura, que descanse em paz.
    Seria necessário uma nova constituição. É cláusula pétrea, artigo quinto, é vedada pena de caráter perpetuo.
    Esta história de ‘cumpra-se a lei’ ou modifique-se a mesma é pura balela, por motivo simples: muita gente, inclusive o lobby da OAB, não permite que a lei seja alterada. São os campeões de criticar o ‘punitivismo’ que existe no país, argumento moral para combater o ‘moralismo’.
    Progressão de regime está quebrada. Chegam no semiaberto e mandam todos para casa. O semiaberto virou aberto e o aberto virou domiciliar.
    Única contribuição do editor para o programa são as risadas. Kuakuakuakuakuakuakua!
    Tem gente que acredita ter o monopólio do que é bom para a UFSM. Para estes o debate é proibido.

  5. O Brando

    Gente primitiva acha que a pichação tem outro efeito além da poluição visual. Pior que tem gente na aldeia que defende a sujeira nas paredes como ‘forma de expressão’ e critica os empresários por causa do Anuncie Legal.
    Retribuição às universidades não sai porque não tem dinheiro, não sai de graça. Teriam que pagar uma bolsa, alimentação, hospedagem, plano de saúde, seguro, etc. O saldo provavelmente seria negativo.
    Pode falar do tempo que estudava direito, só não pode emitir parecer jurídico.
    Compromisso existe mas não tem valor nenhum. Existem vários casos nos quais o cara foi para o exterior e não voltou. União entra com ação para receber ressarcimento e em alguns casos até recebe. Há casos nos quais o docente sai para fazer doutorado aqui no Brasil e não volta para a instituição de origem. Os colegas cobrem a carga horária e a única coisa que volta é a vaga, ficam com o pincel na mão.
    Sacanagem no meio acadêmico é coisa da Globo.

  6. O Brando

    Bater lata e fazer barulho é tudo o que sabem e/ou tem capacidade para fazer.
    Há os que mesmo provenientes de famílias de condições financeiras bastante razoáveis não conseguiram passar no vestibular da UFSM. Outros acabaram cursando faculdade particular porque o curso não existia aqui e não conseguiram passar na UFRGS. Cuidado com as generalizações.
    UFSM tem cota para escola pública. Pessoal ‘bem’ geralmente estuda em escola particular.
    Não é bem assim. Ricos fazem muitas doações para as universidades nos EUA, mas alguns só o fazem para conseguir admissão para a prole. É pago, mas não existem vagas para todos, principalmente nas universidades de ponta.
    É o que Paulo Freire falava da educação, não há educação neutra. Por isto ele era ligado a Teologia da Libertação e ajudou a fundar o PT, era socialista cristão.
    CF88: ‘Às Forças Armadas compete, na forma da lei, atribuir serviço alternativo aos que, em tempo de paz, após alistados, alegarem imperativo de consciência, entendendo-se como tal o decorrente de crença religiosa e de convicção filosófica ou política, para se eximirem de atividades de caráter essencialmente militar.’

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