ARTIGO. Jorge Pozzobom e a conquista: autorização para ampliar substantivamente Aeroporto Municipal

ARTIGO. Jorge Pozzobom e a conquista: autorização para ampliar substantivamente Aeroporto Municipal

ARTIGO. Jorge Pozzobom e a conquista: autorização para ampliar substantivamente Aeroporto Municipal - pozzobom-artigo-2Planejamento, otimismo e persistência para alçar voos mais altos

Por JORGE POZZOBOM (*)

O projeto de ampliação e modernização do Aeroporto Municipal de Santa Maria está mais perto de sair do papel. O Comando da Aeronáutica deu o seu aval e, com o recurso já garantido de R$ 8 milhões junto à Secretaria de Aviação Civil (SAC), podemos avançar nesta obra fundamental para o desenvolvimento econômico de toda a Região Central do Estado.

Estamos, objetivamente, festejando ampliação da área física do terminal de passageiros (que hoje tem 540m² e passará para 1,7 mil m², o triplo do atual espaço); a remodelação das salas de embarque e desembarque, fazendo com que o terminal tenha capacidade de receber aeronaves com até 160 passageiros; e outras melhorias, como balcão para que até duas companhias possam operar no Aeroporto; espaço para uma cafeteria; banheiro familiar; portas automáticas de embarque e desembarque; e esteiras para restituir e embarcar bagagens. O clima é de festa, sim, mas é preciso relembrar o caminho que percorremos para chegar até aqui.

A resposta positiva do Comando da Aeronáutica, que estamos comemorando tanto e com razão, chega quase dois anos depois de termos apresentado o projeto de expansão do terminal de passageiros ao Governo Federal. No dia 3 de agosto de 2017, estivemos em Brasília tratando do assunto.

Além de mim, formavam a comitiva santa-mariense o secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Ewerton Falk; o chefe da Casa Civil, Guilherme Cortez; o presidente da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços (Cacism), Rodrigo Décimo; e o diretor da Cacism, Luiz Fernando Pacheco – que presidia a entidade no início das operações da empresa Azul Linhas Aéreas no Aeroporto.

Na ocasião, fomos recebidos pelo secretário da SAC, Dario Lopes, pelo diretor do Departamento de Outorgas da SAC, Ronei Saggioro, pelo diretor de Departamento de Investimentos em Aeroportos Regionais, Eduardo Henn Bernardi, além do coordenador geral de Estudos e Projetos do Departamento de Investimentos Regionais, Márcio Fernandes. Ali, recebemos a primeira sinalização positiva em relação ao nosso projeto.

Porém, a confirmação da disponibilidade dos recursos só viria no ano passado. E faltava, ainda, a formalização, por parte do Comando da Aeronáutica da autorização para que pudéssemos ocupar uma área maior e realizar as intervenções na área que pertence à Ala 4, que obtivemos agora.

Essa conquista tão importante para Santa Maria só veio graças a uma combinação, na medida certa, de otimismo e persistência. Ao longo desses dois anos de espera, tivemos troca de governo na esfera civil e troca de comando na esfera militar e, mesmo assim, com o profissionalismo dos técnicos e a compreensão dos gestores, conseguimos fazer o nosso projeto de ampliação do Aeroporto Municipal avançar até chegar a esta etapa decisiva.

Agora, trataremos da elaboração dos projetos complementares (estudos estruturais, elétricos, hidráulicos, PPCIs, entre outros) para, no menor prazo possível, conseguirmos licitar e dar início à obra. Seguimos com o nosso planejamento, o mesmo que nos trouxe até aqui, e que nos fará decolar com essa grande obra.

(*) JORGE POZZOBOM é o Prefeito Municipal de Santa Maria. Sua trajetória como agente político começou com dois mandatos de vereador, tendo depois se alçado, pelo voto popular, à Assembleia Legislativa. Em meio ao segundo período, em 2016, foi eleito para conduzir o Executivo santa-mariense. Ele escreve no site às terças-feiras.

OBSERVAÇÃO DO EDITOR: a foto que ilustra este artigo, de Arquivo, é de 3 de agosto de 2017 e da comitiva que esteve, então, em Brasília.



1 comentário

  1. O Brando

    Nada que não pudesse ter acontecido no passado (não dá para esquecer que Schirmer ficou lá 8 anos) ou não pudesse acontecer no futuro. Ou seja, menos né?
    Obviamente a ‘conquista’ não é para todos, podem até tentar vender o contrário, mas a plebe rude passa longe do aeroporto municipal.

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