MULHER. Novo caso de assédio atinge profissional de rádio num estádio. Agora foi Camila Diesel, da Guaíba

MULHER. Novo caso de assédio atinge profissional de rádio num estádio. Agora foi Camila Diesel, da Guaíba

Do portal especializado COLETIVA.NET, com imagem de Reprodução/Twitter

MULHER. Novo caso de assédio atinge profissional de rádio num estádio. Agora foi Camila Diesel, da Guaíba - camila-dieselA jornalista Camila Diesel, da rádio Guaíba, utilizou a sua conta no Twitter para relatar um caso de assédio sofrido por ela no jogo entre Internacional e Nacional, na última quarta-feira, 31 de julho, no estádio Beira-Rio. Na rede social, a profissional (foto ao lado) destacou que um torcedor colorado a abraçou e a beijou sem o seu consentimento.

Em conversa com Coletiva.net, a jornalista explicou que o episódio aconteceu no segundo tempo da partida, logo após o último gol do Internacional. “Eu estava parada na saída das cabines, na escada, e, após o gol, veio esse torcedor – que eu já tinha visto algumas vezes, mas que não tenho nenhuma relação ou contato – e me abraçou forte, me dando um beijão na bochecha, bem próximo da boca”, contou.

De acordo com Camila, na hora, ela ficou sem reação: “Parece uma bobagem, mas, na hora, tu se sente violada, invadida”. Ela destacou que não pretende utilizar o fato para se vitimizar, mas, sim, para poder contribuir para que haja uma mudança na situação de assédio nos estádios, uma vez que muitas mulheres que passam por isso não são ouvidas.

Questionada se vai fazer denúncia sobre o caso, a jornalista afirmou que está avaliando quais serão os seus próximos passos. Em seu perfil no Twitter, Camila também ressaltou que o Internacional, por meio do vice-presidente João Patrício Hermann, entrou em contato com ela. “Ele prestou solidariedade, repudiou a ação do torcedor e colocou a equipe à disposição no que for necessário, oferecendo acesso às imagens”, escreveu.

Vale lembrar que, desde o começo de 2019, este é o segundo caso de repórter assediada em estádio de futebol em Porto Alegre. Em abril, Laura Gross, também da rádio Guaíba, passou por situação semelhante.

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